Prevenção da cegueira por retinopatia da prematuridade em hospital da rede privada em Porto Alegre

Objetivo: Avaliar a necessidade e a eficiência da fotocoagulação por diodo laser para estabilização da retinopatia da prematuridade em crianças recémnascidas em Centro de Neonatologia de um hospital da rede privada da cidade de Porto Alegre no período entre 1998 e 2002. Instituição: Serviço de Retin...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Fortes Filho, João Borges
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2004
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/71725
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/71725
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Retinopatia da prematuridade
Fotocoagulação
Recém-nascido prematuro
Descripción
Sumario:Objetivo: Avaliar a necessidade e a eficiência da fotocoagulação por diodo laser para estabilização da retinopatia da prematuridade em crianças recémnascidas em Centro de Neonatologia de um hospital da rede privada da cidade de Porto Alegre no período entre 1998 e 2002. Instituição: Serviço de Retina do Hospital Banco de Olhos de Porto Alegre Métodos: 56 crianças recém-nascidas foram examinadas entre 1998 e 2002 para prevenção da Retinopatia da Prematuridade. O exame foi realizado no próprio Centro de Neonatologia sob oftalmoscopia binocular indireta após dilatação das pupilas com associação de colírios Tropicamida 0,5% e Fenilefrina 2,5%. Resultados: Ficou constatado que, da população examinada de 56 crianças, foi necessário tratamento fotocoagulador por diodo laser em 11 delas, perfazendo um total aproximado de 20% de necessidade deste tratamento. Todas as crianças foram tratadas quando se identificou a retinopatia da prematuridade no estádio de ROP 3 – doença limiar. Em nenhum destes 56 pacientes foi necessário outro tratamento cirúrgico para deter a retinopatia da prematuridade, bem como também não foi necessária uma segunda sessão do tratamento pelo laser em nenhum dos 11 recém-nascidos tratados.