Teletrabalho no setor público: desafios e tendências

O teletrabalho é utilizado no Brasil desde 1997, mas ainda não é visto como opção de flexibilização amplamente aplicável pelo setor público. A legislação para os servidores federais ainda não contempla essa modalidade e os órgãos que o estão implementando têm de elaborar normativo próprio para gerar...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Almeida, Luíza Helena Salviano dos Santos Montes
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP)
Repositorio:Repositório Institucional do IDP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.idp.edu.br:123456789/3734
Acceso en línea:https://repositorio.idp.edu.br//handle/123456789/3734
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Teletrabalho
Setor público
Flexibilização do trabalho
Gestão por resultados
Cultura organizacional
Descripción
Sumario:O teletrabalho é utilizado no Brasil desde 1997, mas ainda não é visto como opção de flexibilização amplamente aplicável pelo setor público. A legislação para os servidores federais ainda não contempla essa modalidade e os órgãos que o estão implementando têm de elaborar normativo próprio para gerar essa possibilidade aos seus funcionários. Assim, o objetivo deste artigo é identificar fatores que contribuem para estimular ou desacelerar a adoção do teletrabalho – definido como realização das atividades laborais fora do ambiente de trabalho – pelo setor público no Brasil. Quatro hipóteses foram formuladas: “as atividades do setor público não permitem a sua realização fora do ambiente de trabalho”; “os servidores não estariam aptos para essa modalidade de trabalho”; “a cultura organizacional gera restrições à implantação do teletrabalho”; e “falta regulamentação para que o teletrabalho possa ser implantado”. Foi realizada pesquisa de opinião com trabalhadores do setor público e análise dos resultados do projeto piloto de teletrabalho no SERPRO, o que contribuiu para a conclusão de que a implantação do teletrabalho no setor público é viável, mas depende de alterações na cultura organizacional e nos modelos de gestão do setor público, rumo a uma atuação menos burocrática e mais eficaz.