Comportamento e controle de Lutzomyia longipalpis em foco de leishmaniose visceral urbana na Argentina

Durante os estádios precoces de transmissão da leishmaniose visceral na cidade de Posadas, Misiones, foi avaliada a atividade noturna da Lutzomyia longipalpis e a atração pelos seres humanos, para fornecer recomendações preliminares. O impacto do inseticida deltametrina peridoméstico, e a borrifação...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Santini, Maria Soledad, Salomón, Oscar Daniel, Acardi, Soraya Alejandra, Sandoval, Enrique Adolfo, Tartaglino, Lilian
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2010
País:Brasil
Recursos:Instituto de Medicina Tropical (IMT)
Repositorio:Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/31332
Acesso em linha:https://www.revistas.usp.br/rimtsp/article/view/31332
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Lutzomyia longipalpis
Visceral leishmaniasis
Deltamethrin
Descrição
Resumo:Durante os estádios precoces de transmissão da leishmaniose visceral na cidade de Posadas, Misiones, foi avaliada a atividade noturna da Lutzomyia longipalpis e a atração pelos seres humanos, para fornecer recomendações preliminares. O impacto do inseticida deltametrina peridoméstico, e a borrifação executada por funcionários locais, também foi avaliada. Embora existam Lu. longipalpis atingindo as armadilhas localizadas perto de um cão durante toda a noite, 90% das fêmeas foram capturadas a partir das 20.30h até 1.30h, e só atinge seres humanos quando estão a 1,5 m do cão. A borrifação peridoméstica com deltametrina (25 mg/m²) reduziu a área de captura da mosca da areia, até sete dias após a intervenção, sem dispersão nas bordas das áreas pulverizadas. Estes resultados apóiam as recomendações sobre o tempo-espaço, das medidas de proteção: na primeira metade da noite, no quintal, com animais de estimação criados pelo menos a cinco metros de distância dos seres humanos. A deltametrina como ela é usada, não parece muito eficaz neste cenário, nem o eventual uso de mosquiteiros pelo menos em adultos, devido ao lugar/hora de mais alta atividade de vôo da Lu. longipalpis. Este estudo acentua a necessidade de abordagem multidisciplinar, para desenvolver estratégias de prevenção baseadas tanto em estudos biológicos como antropológicos.