Feijão-caupi (Vigna unguiculata) consorciado com quiabo (Abelmoschus esculentus) / Cowpea (Vigna unguiculata) intercropped with okra (Abelmoschus esculentus)

O quiabeiro e o feijão-caupi são espécies de grande interesse social e econômico para pequenos produtores das regiões tropicais. Acredita-se que o cultivo consorciado possa ser uma alternativa para se obter ótima produtividade com baixo risco econômico e melhor aproveitamento de área, recursos e man...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Silva, Eveline Mendes da, Freitas, Francisco Cláudio Lopes de, Barbosa, Edimilson Alves, Neves, José Maria Gomes, Oliveira, João Alison Alves, Santos, Ângela Gonçalves, Júnior, Antônio dos Santos, Aquino, César Fernandes
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz)
Repositorio:Revista Veras
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/39574
Acceso en línea:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/39574
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Consórcio. Produção. Abelmoschus esculentus. Vigna unguiculata.
Descripción
Sumario:O quiabeiro e o feijão-caupi são espécies de grande interesse social e econômico para pequenos produtores das regiões tropicais. Acredita-se que o cultivo consorciado possa ser uma alternativa para se obter ótima produtividade com baixo risco econômico e melhor aproveitamento de área, recursos e manejo do solo. Todavia, para que essa tecnologia seja implantada com sucesso são necessárias pesquisas para se definir os melhores arranjos das espécies em consórcio. Portanto, objetivou-se avaliar o desempenho do feijão-caupi em um sistema irrigado de consórcio entre plantas de feijão e de quiabo. Foram utilizados 5 tratamentos, sendo eles, compostos por quatro arranjos espaciais entre quiabo (Q) e feijão-caupi (F), além do monocultivo de feijão-caupi. Os tratamentos foram distribuídos da seguinte forma: T1 = 1Q:1F (uma fileira de quiabo alternada com uma fileira de feijão-caupi, espaçadas de 1,0 m); T2 = 1Q:2F (uma fileira de quiabo alternada com duas fileiras de feijão-caupi, espaçadas de 1,5 m entre si), T3 = 2Q:2F (duas fileiras de feijão-caupi entre fileiras duplas de quiabo espaçadas de 0,7 m entre si e de 1,5 m entre as duplas); T4 = 2Q:3F (três fileiras de feijão-caupi entre fileiras duplas de quiabo espaçadas de 0,7 m entre si e de 2,00 m entre as duplas); T5 = 0Q:1F (feijão em monocultivo com fileiras espaçadas de 0,5 m). O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados (DBC) com 4 repetições, totalizando 20 parcelas.  A altura das plantas, o índice de velocidade de emergência e a massa de 100 grãos não diferiram estatisticamente entre os tratamentos, já o número de vagens por plantas e a produtividade das plantas de feijão sofreram influência do consórcio com o quiabo. Os melhores arranjos foram uma fileira de quiabo alternada com uma fileira de feijão-caupi (1Q:1F) e uma fileira de quiabo alternada com duas fileiras de feijão-caupi (1Q:2F).