Dançando com Pina Bausch : experimentações contemporâneas
Através desta pesquisa realizou-se um encontro entre a Filosofia da Diferença e a dança de Pina Bausch, recortando e problematizando na cena contemporânea este modo de dançar, para pensar modos de subjetivar e a experiência do corpo. A partir destes dois eixos, mapeou-se três analisadores que foram...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2007 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/11240 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/11240 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Bausch, Pina 1940-. Dança : Aspectos sociais Subjetividade Corpo Sociedade contemporânea Contemporary Body Dance Pina Bausch |
| Sumario: | Através desta pesquisa realizou-se um encontro entre a Filosofia da Diferença e a dança de Pina Bausch, recortando e problematizando na cena contemporânea este modo de dançar, para pensar modos de subjetivar e a experiência do corpo. A partir destes dois eixos, mapeou-se três analisadores que foram retirados de uma leitura singular da dança-teatro e do processo criativo de Bausch, aproximando-os dos cenários contemporâneos para assim problematizar esta conexão, propondo-se a enxergar e traçar alguns efeitos deste acoplamento. No entanto, é necessário ficar claro que a dança não é o campo empírico da pesquisa. Ou seja, não se objetivou pensar a dança propriamente dita, mas pensá-la como intercessora para problematizar a experiência do corpo e da subjetividade no contemporâneo. Experiência esta, onde o corporal e o subjetivo não estão separados e desvinculados, mas encontram-se num regime de coexistência, um sendo constituinte do outro e, ao mesmo tempo, se constituindo. Assim, objetivou-se conhecer mais a obra e o processo de criação da coreógrafa em questão, para buscar o fio de Ariadne e pensar o seu jeito de dançar como um modo que nos força a pensar a experiência contemporânea. Isto significa caçar a linha que perpassa o autor e a obra como força instituinte e que pode manter seu devir auxiliando a pensar um diagnóstico do presente. |
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