Regulação e competição
Este artigo argumenta que se Stigler fosse brasileiro acrescentaria aos seus três reguladores, o burocrata, o político e o técnico, também o regulador bode-expiatório: o governo vende estatais conjuntamente ao seu poder de monopólio; depois, cria a agência regulatória (no caso, a Aneel, que surgiu a...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1998 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Fundação Getulio Vargas (FGV) |
| Repositorio: | Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.fgv.br:10438/19616 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10438/19616 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Regulação Economia Finanças Agências reguladoras de atividades privadas Concorrência |
| Sumario: | Este artigo argumenta que se Stigler fosse brasileiro acrescentaria aos seus três reguladores, o burocrata, o político e o técnico, também o regulador bode-expiatório: o governo vende estatais conjuntamente ao seu poder de monopólio; depois, cria a agência regulatória (no caso, a Aneel, que surgiu após a privatização) para resolver o “problema”. |
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