DEPENDÊNCIA QUÍMICA NA INFÂNCIA: O SILÊNCIO DA COMUNIDADE CIENTÍFICA

Já há algum tempo, o uso de drogas se tornou um dos problemas de saúde pública que merece atenção especial. Nos anos de 1950 a 1960, os primeiros contatos com drogas ocorriam por volta dos 18 anos. Atualmente, o consumo de substâncias psicoativas vem crescendo vertiginosamente, atingindo todas as fa...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Rey, Diana Machado, Freitas, Kerolin Lopes
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande (FURG)
Repositorio:Vittalle (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:periodicos.furg.br:article/4501
Acceso en línea:https://periodicos.furg.br/vittalle/article/view/4501
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Criança
Transtornos relacionados ao uso de substâncias
Pesquisa
Descripción
Sumario:Já há algum tempo, o uso de drogas se tornou um dos problemas de saúde pública que merece atenção especial. Nos anos de 1950 a 1960, os primeiros contatos com drogas ocorriam por volta dos 18 anos. Atualmente, o consumo de substâncias psicoativas vem crescendo vertiginosamente, atingindo todas as faixas etárias, incluindo as crianças. Ainda existem lacunas no conhecimento e, por ser um problema relativamente novo, não há estudos com a utilização de amostragem pediátrica subsidiando o estabelecimento de critérios para o diagnóstico de abuso e dependência de substâncias na infância, situação que exige uma intervenção efetiva. Pesquisadores têm desenvolvido estudos que reconheçam a dependência química na infância? Nessa perspectiva, o presente artigo permitiu mapear o estado da arte da produção nacional do século vigente, fazendo uma análise crítica com a finalidade de trazer à luz o reconhecimento da dependência química na infância. Por intermédio da pesquisa, foi possível constatar a carência de estudos científicos sobre o assunto, tendo em vista que não foi localizada nenhuma produção abarcando o tema em questão nas bases pesquisadas. Este cenário reflete o silêncio da comunidade científica, indicando a necessidade de maior investimento na pesquisa teórica a fim de promover o amadurecimento da sociedade como um todo frente ao tema, para que novas políticas sociais públicas sejam instauradas, promovendo saúde integral e igualitária à criança.