Loss and reinduction of desiccation tolerance in millet seeds
A dessecação é a forma mais severa de estresse hídrico, e em sementes ortodoxas a tolerância à dessecação é adquirida durante a maturação e perdida durante ou logo após a germinação visível. Essa caracteristica pode ser restabelecida no momento de sensibil idade à dessecação, levando a um maior ente...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Lavras (UFLA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFLA |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufla.br:1/28914 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufla.br/handle/1/28914 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Fitotecnia Açúcares solúveis Sementes - Dessecação Proteínas resistêntes ao calor Sensibilidade à dessecação Soluble sugars Heat resistant proteins Sensitivity to desiccation Seeds - Desiccation |
| Sumario: | A dessecação é a forma mais severa de estresse hídrico, e em sementes ortodoxas a tolerância à dessecação é adquirida durante a maturação e perdida durante ou logo após a germinação visível. Essa caracteristica pode ser restabelecida no momento de sensibil idade à dessecação, levando a um maior entendimento da recalcitrância, e da tolerância a estresses abióticos durante a germinação das sementes. Nesta pesquisa, foram avaliados aspectos fisiológicos relacionados a perda da tolerância à dessecação por meio d a expressão das enzimas superóxido dismutase, catalase, peroxidase e α-amilase, juntamente com a expressão de proteínas resistentes ao calor, nos tempos de embebição determinados em ensaios para caracterização do momento da perda da tolerância à dessecação : 0h, 3h, sementes com 1mm e 3mm de radícula. Na reindução da tolerância à dessecação, foram testados diversos protocolos, e a análise do teor de açúcares, a expressão de genes relacionados a proteínas resistentes ao calor, juntamente com a quantificação d essas proteínas, foram feitas em radículas e parte aérea de sementes embebidas por 18 horas, secadas sob 30 e 50% de umidade relativa a 22 °C por 72 horas (MADT). Sementes de milheto perderam a tolerância à dessecação quando a radícula alcançou 1 mm de comprimento. Pelos padrões enzimáticos, observou-se que as enzimas peroxidase e α-amilase, assim como a atividade de proteínas resistentes ao calor têm relação com a perda da tolerância à dessecação em sementes de milheto. Na reindução da tolerância à dessecação foi observado acúmulo de rafinose, estaquiose e frutose em radículas submetidas ao tratamento MADT 50% UR, havendo provável correlação com a reindução da tolerância. Os genes analisados, PgLEA (membro da família 7); PgDHN (dehidrina, membro da família 2) e PgHsp10 (chaperona chassificada como Hsp10), não evidenciaram correlação com os tratamentos, assim como a análise da expressão geral de proteínas resistentes ao calor, que mesmo presentes, não foram significativamente alteradas com a aplicação dos tratamentos de reindução da tolerância à dessecação estudados. |
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