Netflix e a manutenção de gêneros televisivos fora do fluxo
O Emmy de 2013 indicou séries produzidas pela Netflix, que nunca passaram por uma grade de programação televisiva. Esse fato abriu oportunidade para discussões sobre o que determina se um produto é televisual ou não, levando em consideração as teorias que definem produtos televisivos a partir da exi...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Matrizes (Online) |
| Idioma: | portugués inglés |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/111727 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/matrizes/article/view/111727 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Televisão Netflix gêneros televisivos |
| Sumario: | O Emmy de 2013 indicou séries produzidas pela Netflix, que nunca passaram por uma grade de programação televisiva. Esse fato abriu oportunidade para discussões sobre o que determina se um produto é televisual ou não, levando em consideração as teorias que definem produtos televisivos a partir da exibição no fluxo contínuo e as teorias que analisam essas produções diante das recorrências de características que denotam a constituição de gêneros textuais televisivos. O presente artigo tem como objetivo principal entender como programas fora do fluxo televisivo podem ser considerados produtos de televisão. Essa análise será realizada a partir das séries criadas pelo Netflix em 2013 |
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