Consumo de frutas e hortaliças por estudantes do curso de Farmácia da Universidade Federal de Juiz de Fora
O objetivo deste estudo foi avaliar a frequência de ingestão de legumes, verduras e frutas por estudantes do curso de Farmácia da Universidade Federal de Juiz de Fora. A amostra foi composta por 300 universitários aos quais foram aplicados um questionário socioeconômico e um formulário contendo um q...
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2012 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) |
| Repository: | HU Revista (Online) |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufjf.br:article/1733 |
| Online Access: | https://periodicos.ufjf.br/index.php/hurevista/article/view/1733 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Verduras Frutas Estudantes de Farmácia Consumo de Alimentos |
| Summary: | O objetivo deste estudo foi avaliar a frequência de ingestão de legumes, verduras e frutas por estudantes do curso de Farmácia da Universidade Federal de Juiz de Fora. A amostra foi composta por 300 universitários aos quais foram aplicados um questionário socioeconômico e um formulário contendo um questionário de frequência alimentar e questões relativas ao comportamento alimentar. Dos estudantes, 67,7% eram do sexo feminino, 98,3% solteiros, 53,0% residiam com a família e 50,3% apresentavam renda familiar superior a 5 salários mínimos. Além disso, 41,3% faziam de 3 a 4 refeições diariamente, 77,0% trocavam uma refeição principal por lanche pelo menos uma vez na semana, sendo a falta de tempo citada 54,3% das vezes como causa da omissão de refeições. Dos 15 legumes e verduras avaliados, alface e tomate destacaram-se pelas maiores frequências de consumo, seguidos pela cenoura, couve e beterraba. Entre as 13 frutas, o maior consumo foi de banana e laranja/tangerina, seguidas pela maçã e pelo mamão ou papaia. Um pequeno número de hortaliças e frutas é ingerido com maior frequência, o que contraria as recomendações nutricionais, que estimulam variabilidade no consumo. A frequência de ingestão dificilmente atingiria ao recomendado, o que sugere uma inadequação não só qualitativa, mas também quantitativa em relação à alimentação dos estudantes. Tornam-se cabíveis medidas de estímulo ao consumo destes grupos de alimentos por essa população, na tentativa de aliar os conhecimentos teóricos adquiridos na faculdade à prática alimentar. |
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