O esquecimento diz respeito ao melhor : plurilinguismo e errância nos poemas de Moacir Amâncio

Resumo: O texto discute o volume Matula, de Moacir Amâncio. Aí o poeta recolheu os fragmentos da judeidade ibérica e de seus desdobramentos em Amsterdã, no Recife e pelo mundo afora. O artigo mostra como nesse livro tudo agora se transforma em traço de memória. Essas marcas são revalorizadas e const...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Seligmann-Silva, Márcio, 1964-
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Repositorio:Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:https://www.repositorio.unicamp.br/:1394919
Acesso em linha:https://hdl.handle.net/20.500.12733/19631
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Amâncio, Moacir, 1949- Crítica e interpretação
Judeus sefarditas
Diáspora dos judeus
Poesia brasileira - História e crítica
Sephardim
Jewish diaspora
Brazilian poetry - History and criticism
Poesia plurilíngue
Artigo original
Descrição
Resumo:Resumo: O texto discute o volume Matula, de Moacir Amâncio. Aí o poeta recolheu os fragmentos da judeidade ibérica e de seus desdobramentos em Amsterdã, no Recife e pelo mundo afora. O artigo mostra como nesse livro tudo agora se transforma em traço de memória. Essas marcas são revalorizadas e constituem uma obra que além de memorial é profundamente irônica, pois recicla de modo livre, aberto e muitas vezes divertido, séculos de histórias e narrativas. O universo plurilíngue de Amâncio, que escreve também em hebraico, espanhol, inglês e esbarra no ladino, língua da judeidade sefardita, corresponde ao périplo da dispersão dos judeus, perseguidos pela Inquisição e sempre tentando sobreviver em outras terras. A diáspora figura aí como uma sequência de novos encontros e de desencontros