Da moral na liberdade individual em John Locke
O presente tem como objetivo analisar como Locke conjetura a moral ser capaz de demonstração. Constatou-se que para ele a moral é um fenômeno social, pois diz respeito as idéias de felicidade ou bem-estar social que cada povo adota para si. Buscou-se inicialmente conhecer como as idéias de liberdade...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2007 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual do Ceará |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UECE |
| Idioma: | portugués |
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| Acceso en línea: | https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=47044 |
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| Palabra clave: | Filosofia Ideia (Filosofia) John Locke 1632-1704 Moral |
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Da moral na liberdade individual em John LockeFilosofia Ideia (Filosofia) John Locke 1632-1704 MoralO presente tem como objetivo analisar como Locke conjetura a moral ser capaz de demonstração. Constatou-se que para ele a moral é um fenômeno social, pois diz respeito as idéias de felicidade ou bem-estar social que cada povo adota para si. Buscou-se inicialmente conhecer como as idéias de liberdade, vontade, entendimento e prazer são articuladas pelo autor. Após estas considerações, procurou-se uma conexão entre os aspectos metafísicos da filosofia lockiana com as idéias de apropriação ampliada e a lei de natureza, cujo objetivo foi demonstrar que não encontra-se conexões entre estes dois princípios. Após estas considerações analisou-se sua proposição que a moral é tão capaz de demonstração como a matemática. Inferimos que por meio de seus conceitos de idéias complexas - de modos, substânciais e relações - a moral pode ser demonstrada. Considerando que para ele, as idéias de relações requer formularmos padrões ou modelos mediante o qual as coisas possam ser equiparadas; igualmente com a moral devemos estabelecer modelos ou padrões pelos quais possamos perceber quando uma ação individual e particular se excede ou se iguala ao requerido. Isto é, de que forma o factual está proporcional ao normativo. Para formulação destes modelos a mente não parte de nenhum objeto da natureza, mas, de si mesma, assim estes modelos criados pela mente só tem a si mesmos como arquétipos, neste caso não ocorre dúvida na demonstração, pois a palavra que os designa contém em si mesma tanto a essência real como a nominal. Assim sendo, os modos mistos, são menos propensos a dúvidas do que nossas idéias de substâncias em que a essência real e nominal não são mesmas. Palavras-chave: moral, social, demonstração, idéias de relação, idéias de modos mistos.Ver documento original.<br/>Universidade Estadual do CearáEduardo Triandopolis2008-01-14T00:00:00Z2007info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=47044info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UECEinstname:Universidade Estadual do Cearáinstacron:UECEArndt, Eva Maria Gomes Soares2008-01-14T00:00:00Zoai:uece.br:47044Repositório InstitucionalPUBhttps://siduece.uece.br/siduece/api/oai/requestopendoar:2008-01-14T00:00Repositório Institucional da UECE - Universidade Estadual do Cearáfalse |
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O presente tem como objetivo analisar como Locke conjetura a moral ser capaz de demonstração. Constatou-se que para ele a moral é um fenômeno social, pois diz respeito as idéias de felicidade ou bem-estar social que cada povo adota para si. Buscou-se inicialmente conhecer como as idéias de liberdade, vontade, entendimento e prazer são articuladas pelo autor. Após estas considerações, procurou-se uma conexão entre os aspectos metafísicos da filosofia lockiana com as idéias de apropriação ampliada e a lei de natureza, cujo objetivo foi demonstrar que não encontra-se conexões entre estes dois princípios. Após estas considerações analisou-se sua proposição que a moral é tão capaz de demonstração como a matemática. Inferimos que por meio de seus conceitos de idéias complexas - de modos, substânciais e relações - a moral pode ser demonstrada. Considerando que para ele, as idéias de relações requer formularmos padrões ou modelos mediante o qual as coisas possam ser equiparadas; igualmente com a moral devemos estabelecer modelos ou padrões pelos quais possamos perceber quando uma ação individual e particular se excede ou se iguala ao requerido. Isto é, de que forma o factual está proporcional ao normativo. Para formulação destes modelos a mente não parte de nenhum objeto da natureza, mas, de si mesma, assim estes modelos criados pela mente só tem a si mesmos como arquétipos, neste caso não ocorre dúvida na demonstração, pois a palavra que os designa contém em si mesma tanto a essência real como a nominal. Assim sendo, os modos mistos, são menos propensos a dúvidas do que nossas idéias de substâncias em que a essência real e nominal não são mesmas. Palavras-chave: moral, social, demonstração, idéias de relação, idéias de modos mistos. |
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