Sementes peliculizadas e peletizadas com boro e molibdênio na qualidade fisiológica e produção da couve-flor
Dentre as hortaliças mais cultivadas, as brássicas se destacam pela sua expressão econômica, sendo a couve-flor uma hortaliça de grande importância para os agricultores familiares por ser uma cultura de ciclo rápido e com bom retorno financeiro. A couve-flor é uma das hortaliças mais exigentes em mi...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/254775 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/11449/254775 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Brassica oleracea var. botrytis micronutriente produtividade vigor micronutrient productivity |
| Sumario: | Dentre as hortaliças mais cultivadas, as brássicas se destacam pela sua expressão econômica, sendo a couve-flor uma hortaliça de grande importância para os agricultores familiares por ser uma cultura de ciclo rápido e com bom retorno financeiro. A couve-flor é uma das hortaliças mais exigentes em micronutrientes, dentre eles o boro (B) e o molibdênio (Mo) e a deficiência destes pode provocar grandes perdas. Diante da importância dos micronutrientes para o bom desenvolvimento da cultura e as vantagens do tratamento via sementes, objetivou-se avaliar o efeito do tratamento com boro e molibdênio em sementes de couve-flor através de peliculização e peletização, verificando a influência de doses destes micronutrientes na qualidade fisiológica e no desenvolvimento em campo da cultura em diferentes manejos. O projeto foi dividido em duas etapas. Na primeira, as tecnologias de aplicação foram avaliadas em experimentos independentes (um para cada micronutriente: boro e molibdênio). Para cada micronutriente foram avaliadas duas tecnologias (peliculização e peletização), cinco doses (0,5; 1,5; 2,5; 3,5 e 4,5 g kg-1 de sementes) e três controles (tecnologia sem nutriente e semente nua), com quatro repetições. Os testes de germinação e vigor em laboratório foram realizados no delineamento experimental inteiramente casualizado e os testes em viveiro em blocos ao acaso. Na segunda etapa, foram testadas as doses de 0,5 e 4,5 g kg-1 de sementes de cada nutriente para cada tecnologia no manejo recomendado e com restrição de micronutriente, e avaliou-se o desenvolvimento das plantas e a produção em ambiente protegido, no delineamento de blocos ao acaso. Para o B, quanto maior a dose, menor a germinação e o vigor das sementes, tanto peliculizadas quanto peletizadas. No entanto, os tratamentos com B não reduziram a emergência em substrato. No experimento em ambiente protegido, quando foi realizada adubação com B não foram observadas plantas com sintomas de deficiência. Na ausência de adubação com B, a peliculização das sementes de couve-flor na dose de 0,5 g de B kg-1 de sementes é o tratamento viável comercialmente, pois resultou em uma germinação de 86% e proporcionou menores taxas de plantas com deficiência de boro e elevou a produtividade comercial. Para o Mo, não houve prejuízo na qualidade das sementes tanto na tecnologia com peliculização como na peletização. No entanto, no experimento em ambiente protegido, a suplementação com este micronutriente mostrou-se dispensável, pois não foram observadas plantas com sintomas de deficiência e não alterou a produção. |
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