O entrelaçamento crítico da história: a historicidade como crise fenomenológica e existencial nas obras de Merleau-Ponty
As considerações de Merleau-Ponty sobre a historicidade são significativas, tanto como um relato fenomenológico, quanto como um relato existencial de nossa situação histórica. Naturalmente, estes aspectos de seu trabalho não se excluem mutuamente, mas se entrelaçam. E cada aspecto contribui para o s...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| Repositorio: | Argumentos : Revista de Filosofia (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufc:article/81689 |
| Acceso en línea: | http://periodicos.ufc.br/argumentos/article/view/81689 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Merleau-Ponty. Historicity. Existencial Crisis. Merleau-Ponty. Historicidade. Crise Existencial. |
| Sumario: | As considerações de Merleau-Ponty sobre a historicidade são significativas, tanto como um relato fenomenológico, quanto como um relato existencial de nossa situação histórica. Naturalmente, estes aspectos de seu trabalho não se excluem mutuamente, mas se entrelaçam. E cada aspecto contribui para o sentido da crise da historicidade humana. Primeiro consideraremos a crise fenomenológica da historicidade – ou seja, consideraremos a crise da historicidade fenomenologicamente. Esta é a tentativa de revelar as condições da possibilidade da história a partir da história ou da estrutura de nossa situação histórica – onde a posição de Merleau-Ponty se afasta da fenomenologia husserliana. Em seguida, consideraremos a crise existencial de historicidade – ou seja, consideraremos a crise de historicidade existencialmente. Esta é a tentativa de compreender o imperativo de que as coisas são importantes para nós historicamente. Finalmente, vamos indicar brevemente a importância destes aspectos de nossa historicidade como um entrelaçamento crítico. Este entrelaçamento crítico revela a intrusão mútua do “como” e do “porquê” de nossa historicidade, que Merleau-Ponty descreve no final de sua carreira como uma existência chiasmática dentro da carne do mundo. O cruzamento crítico como interrogatório de nosso ser histórico fornece o “quem”, “o quê”, “quando” e “onde” de nossa historicidade. |
|---|