Notas sobre modernidade, agência humana e liberalismo no pensamento de Charles Taylor
Este artigo tem por objetivo compreender como Charles Taylor aborda questões acerca da modernidade, da agência humana e do liberalismo político. Taylor argumenta que o agente humano é dotado de uma ontologia moral, e que a experiência humana está essencialmente vinculada a pré-condições físicas (est...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz) |
| Repositorio: | Revista Veras |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/57915 |
| Acceso en línea: | https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/57915 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Charles Taylor modernidade identidade agência humana liberalismo |
| Sumario: | Este artigo tem por objetivo compreender como Charles Taylor aborda questões acerca da modernidade, da agência humana e do liberalismo político. Taylor argumenta que o agente humano é dotado de uma ontologia moral, e que a experiência humana está essencialmente vinculada a pré-condições físicas (estamos falando de um agente corporificado) e simbólicas. Quando o agente humano vem ao mundo, a linguagem e os significados já estão disponíveis. Taylor se reporta a uma característica comum da vida humana que é seu caráter fundamentalmente dialógico. Aborda a agência humana a partir das teorias expressivistas, argumentando que os indivíduos articulam formas significativas para expressar valores. Para o filósofo canadense, é por meio da aquisição de linguagens humanas ricas de expressão que os agentes humanos podem se tornar completos, capazes de entender a si mesmos e de constituir uma identidade. Taylor transita no interior da tradição liberal, mas tece críticas ao que ele denomina de liberalismo procedimental. O pensamento de Taylor está mais próximo de uma perspectiva comunitarista. Ele é crítico em relação a concepções atomistas, utilitaristas e instrumentais acerca do homem e da natureza. Para Taylor, o atomismo dificulta que os membros da sociedade se identifiquem com suas sociedades políticas enquanto comunidades. Deste modo, as pessoas tendem a considerar a sua sociedade em termos puramente instrumentais, desconsiderando a noção de bem comum. |
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