Desprescrição aplicada à polifarmácia / Description applied to polypharmacy
A polifarmácia representa atualmente um problema de grande importância no atendimento ao idoso em correlação com os eventos adversos a medicamentos, redução da funcionalidade e comprometimento da qualidade de vida. Com o envelhecimento populacional, esta tem se tornando cada vez mais frequente, uma...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP) |
| Repositorio: | Brazilian Journal of Health Review |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/29718 |
| Acceso en línea: | https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/29718 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Polifarmácia Desprescrição |
| Sumario: | A polifarmácia representa atualmente um problema de grande importância no atendimento ao idoso em correlação com os eventos adversos a medicamentos, redução da funcionalidade e comprometimento da qualidade de vida. Com o envelhecimento populacional, esta tem se tornando cada vez mais frequente, uma vez que a maior prevalência de doenças crônicas não transmissíveis entre os indivíduos idosos resulta em uma maior utilização simultânea de múltiplos medicamentos, caracterizando um importante preditor de prescrição inadequada e potenciais riscos de iatrogenia na assistência geriátrica. Nesse sentido, polifarmácia associa-se à piora do estado físico e mental do paciente, torna-o mais susceptíveis à morbidade, à mortalidade e à maior utilização dos serviços de saúde. Evidencia-se assim, como ferramenta intervencionista, a desprescrição, definida como processo sistemático de redução ou suspensão de medicamentos com o objetivo de reduzir a polifarmácia e melhoras os desfechos de saúde dos idosos. Considera-se então, de acordo com evidencias observacionais, protocolos de intervenção que coadune na verificação das medicações em uso pelo paciente, avalie os riscos individuais e as potenciais reações adversas dos fármacos, priorize medicações a serem descontinuadas e, por fim, implementa a descontinuação, acompanhando o paciente a longo prazo. Desse modo, a desprescrição aplicada à polifarmácia traz à tona considerações de grande relevância sobre a melhora clínica e funcional dos pacientes, favorecendo a qualidade de vida do idoso e proporcionando-o menor vulnerabilidade a reações adversas. |
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