Relação da profilaxia pré-exposição (Prep) com o uso de preservativo no Brasil / Relationship of pre-exposure prophylaxis (Prep) with condom use in Brazil

Introdução:A síndrome da imunodeficiência humana adquirida (SIDA) ganhou repercussão mundial em 1981 quando tornou-se uma epidemia. Desde então, 74,9 milhões de pessoas foram infectadas e 32 milhões morreram de doenças relacionadas à aids. Assim, esforços fizeram-se necessários para prevenir a infec...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Santos, Fillipo Leite, Cézar, Mateus Moreira Magalhães, Penha, Iasmim e Silva, de Paula, Hugo Fernandes, Moraes, Felipe Duarte, Pena, Hugo Cardoso, Aquino, Filipe Aurélio Sa, Bucar, Gabriel Araújo, Coelho, Victor Farias, Barbosa, Antonio Augosto Moreira, Barbosa, Kevin Haley, Andrade, Guilherme Morais, da Costa Filho, Eduardo Luiz Dantas
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP)
Repositorio:Brazilian Journal of Health Review
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/35084
Acceso en línea:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/35084
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:PrEP
SIDA
HIV.
Descripción
Sumario:Introdução:A síndrome da imunodeficiência humana adquirida (SIDA) ganhou repercussão mundial em 1981 quando tornou-se uma epidemia. Desde então, 74,9 milhões de pessoas foram infectadas e 32 milhões morreram de doenças relacionadas à aids. Assim, esforços fizeram-se necessários para prevenir a infecção do HIV. Recentemente, a profilaxia pré-exposição (PrEP), composta por tenofovir e entricitabina, tornou-se uma alternativa para a população alvo, mais suscetível a adquirir a infecção. Entretanto, a possibilidade de relações sexuais sem o uso de preservativo pode diminuir a adesão a esse método e aumentar as outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).Objetivo:Analisar o efeito da profilaxia pré-exposição na adesão ao uso de preservativo no Brasil.Método e materiais: Trata-se de um estudo ecológico conduzido com base em dados quantitativos do ministério da saúde de uso e consequências da PrEP entre os anos de 2018 a 2021.Resultados:Em relação ao uso de preservativo houve uma queda significativa na adesão, pois no 1? atendimento: 33% dos pacientes afirmaram usar todas as vezes, 36% mais da metade das vezes, 11% metade das vezes, 12% menos da metade das vezes, 10% nenhuma vez. Já no último atendimento 23% afirmaram usar todas as vezes, 25% mais da metade das vezes, 13% metade das vezes, 16% menos da metade das vezes, 23% nenhuma vez.Conclusão:Faz-se necessário o esforço de maior conscientização para os usuários de PrEP, que tendem a abandonar os preservativos, permaneçam a se prevenir contra as outras ISTs, haja vista que a PrEP previne apenas contra o HIV.