Negritude, periferia e cinema na obra de Renato Candido

O menino negro, que também é índio, de ascendência Nordestina, olhava do alto de sua quebrada, imaginando histórias que se passavam nas casas que, vistas em conjunto, formam o típico mosaico urbano das periferias. O menino cresce. É Renato Candido. Realizada no dia 18 de setembro de 2018, no estúdio...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Meira, Elinaldo da Silva, Oliveira, Tainá
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Ceará (UFC)
Repositorio:Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufc.br:riufc/38554
Acceso en línea:http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/38554
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Negritude
Periferia
Cinema
Descripción
Sumario:O menino negro, que também é índio, de ascendência Nordestina, olhava do alto de sua quebrada, imaginando histórias que se passavam nas casas que, vistas em conjunto, formam o típico mosaico urbano das periferias. O menino cresce. É Renato Candido. Realizada no dia 18 de setembro de 2018, no estúdio de rádio da Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação (Fapcom), no bairro da Vila Mariana, na cidade de São Paulo, por Tainá Oliveira e Elinaldo Meira, o cineasta e professor Renato Candido fala sobre negritude, periferia, homem negro, mulher negra e representação da pessoa negra no audiovisual. E mais do que tudo, conta as experiências vividas que serviram como plano de fundo para a realização de suas obras que vão além do plano artístico, são vozes de luta e resistência calcadas na crítica às discriminações e preconceitos.[...]