Helmintofauna de Kyphosus incisor (Perciformes: Kyphosidae)(Cuvier, 1831) da costa do Rio de Janeiro
A região Neotropical conta com a maior biodiversidade de peixes no mundo. No Brasil ocorrem 1.236 espécies de peixes marinhos, entre eles Kyphosus incisor (Cuvier, 1831) e K. sectatrix (Linnaeus, 1758) (Kyphosidae). K. incisor ("pirangica") é uma espécie nectônica costeira que ocorre no Oc...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:arca.fiocruz.br:icict/14407 |
| Acceso en línea: | https://arca.fiocruz.br/handle/icict/14407 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Pirangica Kyphosidae Helmintos Parasitologia Yellow sea chub Helminthes Parasitology Perciformes Peixes Biodiversidade Manejo de Espécimes |
| Sumario: | A região Neotropical conta com a maior biodiversidade de peixes no mundo. No Brasil ocorrem 1.236 espécies de peixes marinhos, entre eles Kyphosus incisor (Cuvier, 1831) e K. sectatrix (Linnaeus, 1758) (Kyphosidae). K. incisor ("pirangica") é uma espécie nectônica costeira que ocorre no Oceano Atlântico tropical e subtropical. No Brasil estudos com kifosídeos são escassos. Com o objetivo de avaliar a helmintofauna de K. incisor da costa do Rio de Janeiro, foram coletados e analisados 22 peixes obtidos com pescadores na praia de Copacabana (n=9) e no mercado de peixes da Central Estadual de Abastecimento do Rio de Janeiro (n=13). Um exemplar de K. sectatrix proveniente da Baia de Ilha Grande foi examinado em caráter comparativo. Os parasitos coletados foram fixados em álcool a 70%, AFA ou formalina a 4%. Os Nematoda foram clarificados e examinados em lâminas temporárias com glicerina, os Platyhelminthes foram corados em Paracarmim de Mayer ou Tricrômico de Gomori, os Acanthocephala foram corados em Paracarmim de Mayer e examinados em lâminas permanentes montadas em Bálsamo do Canadá. Alguns Monogenea foram montados alternativamente em meio de Hoyer, Gray e Wess, ácido pícrico com glicerina (GAP) ou Berlese. A identificação taxonômica foi feita através de morfometria, desenhos em câmara clara, estudos por microscopia eletrônica de varredura e técnicas moleculares. Foram calculadas a prevalência, amplitude de intensidade, abundancia média e desvio padrão para cada espécie de parasito. Foram coletados 1.312 parasitos, pertencentes a 7 taxa: Monogenea (Pseudobivagina sp., Acleotrema sp. e Acleotrema lamothei), Trematoda (Opisthadena dimidia e Aponurus laguncula), Nematoda (Pseudascarophis brasiliensis), Acanthocephala (Filisoma sp.). Acleotrema spp. apresentaram a maior prevalência (72,7%), seguido por Pseudobivagina sp. (54,5%) e P. brasiliensis (45,4%). K. incisor é referido como novo hospedeiro para Pseudobivagina sp., O. dimidia, A. laguncula, P. brasiliensis e Filisoma sp. e esta é a primeira ocorrência de Pseudobivagina sp., O. dimidia e Filisoma sp. no oceano Atlântico. Este estudo indica a presença de 3 espécies novas (2 Monogenea e 1 Acanthocephala). |
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