The moralization of death in Antônio Vieira’s Theatrum Sacrum
O presente artigo traz algumas reflexões preliminares sobre o lugar da morte e o florescimento do macabro no imaginário social entre os séculos XVI e XVII, a partir do diálogo com as obras de Delumeau, Arriès, Mâle e Chanu, dentre outros. Em seguida, examina-se a grande difusão da imagem do corpo na...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Matraga (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/53259 |
| Acceso en línea: | https://www.e-publicacoes.uerj.br/matraga/article/view/53259 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Antônio Vieira Morte Sermões Retórica. Death Sermons Rhetoric. |
| Sumario: | O presente artigo traz algumas reflexões preliminares sobre o lugar da morte e o florescimento do macabro no imaginário social entre os séculos XVI e XVII, a partir do diálogo com as obras de Delumeau, Arriès, Mâle e Chanu, dentre outros. Em seguida, examina-se a grande difusão da imagem do corpo na cultura seiscentista, que traz como corolário o papel de destaque da anatomia, a qual transcende o âmbito das práticas médicas e invade outros campos do saber, revestindo-se de sentidos metafóricos, tal como na expressão “anatomia moral”, muito empregada na época. Para abordar o lugar do púlpito na difusão do conceito de morte propagado pelo catolicismo no século XVII, será analisada a obra sermonística do jesuíta Antônio Vieira, tendo como foco a sua construção de um memento mori a partir da retomada do lugar-comum bíblico de que o homem é pó e ao pó voltará, tão reciclado por pregadores e poetas do período. Esse tema escritural é desenvolvido nos três sermões vieirianos da Quarta-Feira de Cinzas, que são discutidos na parte final deste texto. |
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