Ensaio de fermentação in vitro com aplicação de inóculo fecal equino
Este trabalho teve como objetivo utilizar as fezes de equinos como fonte de inóculo em ensaios de fermentação in vitro com alimentos volumosos. Utilizou-se o delineamento inteiramente ao acaso em arranjo fatorial 2x2. O primeiro fator foi o tempo de hidratação do substrato: 0 e 12 horas; e o segundo...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRRJ |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:rima.ufrrj.br:20.500.14407/14831 |
| Acesso em linha: | https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/14831 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | gas microorganisms roughage gases microrganismos volumoso Produção Animal |
| Resumo: | Este trabalho teve como objetivo utilizar as fezes de equinos como fonte de inóculo em ensaios de fermentação in vitro com alimentos volumosos. Utilizou-se o delineamento inteiramente ao acaso em arranjo fatorial 2x2. O primeiro fator foi o tempo de hidratação do substrato: 0 e 12 horas; e o segundo fator foi a diluição das fezes com solução nutritiva na relação (peso:peso): 1:1 e 1:3. Para as variáveis produção cumulativa de gases e degradação dos nutrientes o delineamento utilizado foi inteiramente ao acaso em esquema de parcelas subdivididas, com o efeito tempo de incubação na subparcela. Três garanhões foram utilizados como doadores de fezes. Após 28 dias de adaptação à dieta e ao manejo, as fezes foram coletadas diretamente no reto dos animais. Após a coleta, as fezes foram misturadas com a solução nutritiva na relação (peso:peso): 1:1 e 1:3 e mantidas em banho maria a 39°C constantemente borrifadas com CO2. Após uma hora, o material foi filtrado e adicionou-se 10 mL de inóculo em frascos previamente preparados. Nos frascos de fermentação colocou-se 1 g do feno de Coastcross e, 90 mL de solução nutritiva adicionada no momento da inoculação ou 12 horas antes da inoculação. Avaliou-se a contagem bacteriológica 24 h após a inoculação, a degradação da matéria seca (DMS), matéria orgânica (DMO) e da fibra em detergente neutro (DFDN) nos tempos de 24, 48 e 72 h, o teor de nitrogênio amoniacal (N-NH3), pH e a produção cumulativa de gases até 72 h, a qual foi ajustada pelo modelo de regressão não linear unicompartimental. Os resultados foram submetidos à ANOVA 5% de significância, e as médias comparadas pelo teste SNK à 5%. Não houve efeito significativo dos fatores hidratação e diluição na DMO, DFDN, N-NH3 e na concentração de Lactobacillus spp., Streptococus spp., bactérias celulolíticas e bactérias anaeróbias totais. Houve efeito da diluição no pH final e efeito da hidratação na DMS. Houve interação entre o tempo de incubação e o tempo de hidratação do substrato na produção cumulativa de gases, com valores apresentando diferença significativa a partir de oito horas pós incubação. Não houve ajuste adequado ao modelo proposto, pois o parâmetro L não foi significativo. A hidratação do feno de Coastcross disponibilizou nutrientes solúveis para o desenvolvimento inicial dos microrganismos, reduzindo o período de fase lag de 2,32 para 0,24 h. Conclui-se que a hidratação do substrato volumoso desidratado é uma estratégia que aumenta o volume de gases provenientes da fermentação do substrato e a degradação da matéria seca, além disso, reduz o período de fase lag. |
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