Imunofenotipagem de lesões obtidas em carcinogênese quimicamente induzida por DMBA em glândulas salivares submandibulares e ratos (Rattus norvegicus)
A carcinogênese química em glândulas salivares animais não se apresenta como um modelo novo de pesquisa. O uso de DMBA em glândulas submandibulares de ratos produz carcinomas e sarcomas, associados ou não. Apesar de bem estudada a histopatologia deste tipo de carcinogênese, pouco se sabe em relação...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/104567 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/104567 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Carcinogenese Glandulas salivares Histopatologia Miofibroblastos Carcinogenesis Salivary gland Neoplasms Myofibroblasts |
| Sumario: | A carcinogênese química em glândulas salivares animais não se apresenta como um modelo novo de pesquisa. O uso de DMBA em glândulas submandibulares de ratos produz carcinomas e sarcomas, associados ou não. Apesar de bem estudada a histopatologia deste tipo de carcinogênese, pouco se sabe em relação a imunoistoquímica das neoplasias. Este estudo se propõe a revisar pesquisa pregressa realizada por Mainenti (2006), na tentativa de melhor entender a formação de tumores induzidos por DMBA. O estudo original diagnosticou lesões não neoplásicas, principalmente sialadenites, e tumores como carcinomas, carcinossarcomas e um caso de sarcoma. O presente trabalho fez uso de lâminas e material de estoque em formol. Foram comparadas as lâminas originais com novas lâminas coradas em hematoxilina e eosina. Para a pesquisa de fibras colágenas utilizou-se a coloração pelo método do tricrômico de Gomori. A imunoistoquímica foi realizada utilizando os seguintes anticorpos: AE1/AE3, vimentina, α-SMA, calponina, desmina, miogenina, S-100, CerbB-2 e EMA. Certas lesões, previamente diagnosticadas como sialadenites, foram reclassificadas como carcinomas. A imunoistoquímica foi positiva para os seguintes anticorpos: AE1/AE3 para neoplasia epitelial, vimentina para tecido conjuntivo e tumores mesenquimais, α-SMA e calponina para poucas células fusiformes pleomórficas no estroma dos carcinomas e nas neoplasias mesenquimais. Concluiu-se que a imunoistoquímica revelou diferenciação muito sugestiva de miofibroblastos no estroma dos carcinomas e miofibroblastos compondo o fibrossarcoma e os carcinosarcomas. Estas células produziram colágeno revelado pelo tricrômico de Gomori. O componente epitelial neoplásico foi sugerido como derivado de células luminais. |
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