Humor e preconceito na aparência: O riso na publicidade brasileira e as decisões do Conar
O artigo busca discutir os limites do uso do humor na publicidade, em especial em comerciais que exploram o preconceito de aparência. Para isso, utiliza-se como base Bobbio (2002), ao tratar dos conceitos de discriminação e preconceito, e Bergman (1983), ao abordar o riso e o humor. São apresentados...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de Caxias do Sul (UCS) |
| Repositorio: | Conexão: comunicação e cultura |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.ucsnew.ojsbrasil.com.br:article/5175 |
| Acceso en línea: | https://sou.ucs.br/etc/revistas/index.php/conexao/article/view/5175 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Humor Riso Preconceito Publicidade Conar |
| Sumario: | O artigo busca discutir os limites do uso do humor na publicidade, em especial em comerciais que exploram o preconceito de aparência. Para isso, utiliza-se como base Bobbio (2002), ao tratar dos conceitos de discriminação e preconceito, e Bergman (1983), ao abordar o riso e o humor. São apresentados como exemplos dois comerciais publicitários que sofreram representação no Conar, que permitem compreender as limitações dos Princípios Gerais, principalmente no que se refere ao princípio da respeitabilidade. Foram examinadas as narrativas, assim como os argumentos do autor da representação, do anunciante e as decisões dos relatores. |
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