Correlação entre índices clínicos, funcionais e morfológicos do sistema respiratório em pacientes com bronquiectasias não decorrentes de fibrose cística

Introdução: O diagnóstico de bronquiectasias é baseado nos achados clínicos, tomografia computadorizada e nos resultados de testes de função pulmonar como avaliação complementar. Diferente da espirometria, o Sistema de Osciometria de Impulso (IOS) detecta alterações precoces no sistema respiratório,...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Nascimento, Jéssica Perossi
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-20062022-153427
Acceso en línea:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17152/tde-20062022-153427/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Bronchiectasis
Bronquiectasia
Função pulmonar
Oscillometry
Oscilometria
Pulmonary function
Tomografia
Tomography
Descripción
Sumario:Introdução: O diagnóstico de bronquiectasias é baseado nos achados clínicos, tomografia computadorizada e nos resultados de testes de função pulmonar como avaliação complementar. Diferente da espirometria, o Sistema de Osciometria de Impulso (IOS) detecta alterações precoces no sistema respiratório, além de fornecer uma análise compartimentada das vias aéreas. Objetivo: Correlacionar índices clínicos, funcionais e morfológicos em pacientes com bronquiectasias não-decorrentes de fibrose cística (BNFC). Metodologia: 38 pacientes com BNFC, clinicamente estáveis, entre 19 e 76 anos, foram submetidos a avaliações clínicas (antropometria, escala Medical Research Council - MRC e Bronchiectasis Severity Index - BSI), funcionais (espirometria e IOS) e morfológicas (tomografia computadorizada de alta resolução - TCAR de tórax, analisada por escore subjetivo TCAR e por análise quantitativa automática). Resultados: As melhores correlações obtidas entre os índices funcionais e morfológicos do sistema respiratório foram: R5 e medida normalizada da espessura da parede brônquica para uma via aérea com perímetro interno de 10mm (Pi10) (r=0,57) e FEF25-75% e escore TCAR (r=-0,39). O BSI, assim como o MRC, apresentaram correlações melhores com a análise quantitativa automática da TCAR (BSI e Pi10: r=0,41; MRC e Pi10: r=0,35) do que com o escore subjetivo (BSI e escore TCAR: r=0,41; MRC e escore TCAR: r=0,15) e, correlações fracas e moderadas foram obtidas com ambos os índices funcionais do sistema respiratório (BSI e R5-R20: r=0,53; BSI e VEF1: R=-0,64; MRC e R5-R20: r= 0,42; MRC e VEF1: r=-0,45). Conclusão: Em pacientes com BNFC, métodos compartimentados de avaliação do sistema respiratório (IOS e análise quantitativa automática da TCAR) correlacionam-se melhor entre si quando comparados com métodos globais (espirometria e escore subjetivo da TCAR).