Melanoides tuberculatus (Gastropoda: Thiaridae) como hospedeiro intermediário de Heterophyidae (Trematoda: Digenea) na região metropolitana do Rio de Janeiro, Brasil
No final da década de 60, caramujos da espécie Melanoides tuberculatus, originários do nordeste africano e sudeste asiático, foram introduzidos no Brasil. Os primeiros registros de espécimes infectados com cercárias foram feitos no Estado do Rio de Janeiro em 2001. O presente estudo relata a ocorrên...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2005 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto de Medicina Tropical (IMT) |
| Repositorio: | Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/30891 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/rimtsp/article/view/30891 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Melanoides tuberculatus Cercaria Heterophyidae Rio de Janeiro City Parasitism Biodiversity |
| Sumario: | No final da década de 60, caramujos da espécie Melanoides tuberculatus, originários do nordeste africano e sudeste asiático, foram introduzidos no Brasil. Os primeiros registros de espécimes infectados com cercárias foram feitos no Estado do Rio de Janeiro em 2001. O presente estudo relata a ocorrência de M. tuberculatus infectados com larvas de trematódeos na cidade do Rio de Janeiro. O sedimento dos criadouros foi coletado e peneirado através de malhas de 0,25 polegadas. Os caramujos foram transportados em recipientes com água dos criadouros, sendo medidos e posteriormente individualizados. Eles foram expostos à luz e temperatura artificiais para induzir a emergência cercariana. As cercárias mais ativas foram processadas pelos métodos de coloração diferencial e de impregnação por nitrato de prata. Os caramujos negativos foram subsequentemente dissecados. Aproximadamente 700 caramujos foram coletados. Seu comprimento variou de 1,2 a 3,3 cm. A taxa de prevalência foi de 15,76% apesar de 53,76% dos caramujos estarem infectados em uma das áreas. Os caramujos estavam infectados com rédias e cercárias do tipo pleurolofocerca. A morfologia e a quetotaxia cercarianas foram compatíveis com as da família Heterophyidae principalmente devido à presença de nadadeiras medianas dorsais e ventrais e à ausência de receptores sensoriais CI dorsais. |
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