[fr] LE CORPS DANS LA PSYCHOSE ET LES CONTRIBUTIONS DU CONCEPT DE LETTRE CHEZ LACAN

[pt] Esta tese tem como objetivo introduzir uma discussão sobre o corpo na psicose e as contribuições do conceito de letra, em Jacques Lacan, para este tema. Para isso, abrimos uma reflexão sobre o conceito de corpo, em Sigmund Freud, e algumas diferenças fundamentais com relação ao corpo orgânico,...

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Detalles Bibliográficos
Autor: FELIPE VIANNA PINHEIRO
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)
Repositorio:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:MAXWELL.puc-rio.br:36851
Acceso en línea:https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=36851&idi=1
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=36851&idi=3
http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.36851
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:[pt] FALO
[pt] LETRA
[pt] OBJETO A
[pt] PSICOSE
[pt] CORPO
[fr] PHALLUS
[fr] OBJET A
[fr] LA PSYCHOSE
[fr] CORPS
Descripción
Sumario:[pt] Esta tese tem como objetivo introduzir uma discussão sobre o corpo na psicose e as contribuições do conceito de letra, em Jacques Lacan, para este tema. Para isso, abrimos uma reflexão sobre o conceito de corpo, em Sigmund Freud, e algumas diferenças fundamentais com relação ao corpo orgânico, tal como pensado pela medicina. Em seguida, introduzimos reflexões sobre a especificidade do corpo na psicose a partir de Freud. Também são abordadas algumas contribuições sobre o corpo, para Lacan, sua relação com a construção da imagem especular, o conceito de falo e de objeto a. Traremos, então, algumas contribuições sobre o conceito de letra, em Lacan, e sua importância para discussão sobre as possibilidades de construção de um corpo na psicose. A escolha pelo conceito de letra se justifica pelo interesse em construir e verificar uma hipótese, a saber, de que o sujeito psicótico pode construir um corpo sem passar pela referência fálica, nem pela metáfora delirante, mas sim por um trabalho de amarração e enodamento dos três registros – real, simbólico e imaginário –, a partir da bricolagem dos restos, cacos, pedaços da palavra, aquilo que Lacan chamou de letra.