Reflexões a partir de Arroyo : trajetórias humanas e inumanas na EJA
Resumo: Este relato de experiência tem por objetivo geral apresentar considerações sobre uma atividade proposta pelo Produto Educacional "Proeja em pauta: uma proposta de formação continuada de professores", da pesquisa de mestrado intitulada "Ciclos dialógicos: fundamentos e perspect...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) |
| Repositorio: | Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:https://www.repositorio.unicamp.br/:1342020 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/20.500.12733/11025 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Educação de jovens e adultos (EJA) Youth and adult education Emancipatory education Educational practice Artigo original |
| Sumario: | Resumo: Este relato de experiência tem por objetivo geral apresentar considerações sobre uma atividade proposta pelo Produto Educacional "Proeja em pauta: uma proposta de formação continuada de professores", da pesquisa de mestrado intitulada "Ciclos dialógicos: fundamentos e perspectivas para implementação de um curso do Proeja no IFSP", do Programa de Mestrado Profissional em Educação Profissional e Tecnológica em rede nacional (ProfEPT). Tratou-se de um encontro entre o professor Miguel Gonzalez Arroyo e os professores do IFSP, que teve como assunto central da discussão a educação que deve ser ofertada aos jovens e adultos oriundos da classe trabalhadora. Dessa maneira, discutiu-se, entre outras questões, quem são os sujeitos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) a partir da concepção freiriana de sujeito, a importância da cultura atrelada aos conteúdos escolares, a necessidade de reformular os currículos da EJA, de modo que atendam às especificidades dos educandos e educandas oriundos/as da classe trabalhadora, a urgência em superar o olhar escolarizado sobre o/a estudante trabalhador/a e as concepções de educação popular. Essa prática visou a ampliar a compreensão do campo da EJA na perspectiva da educação emancipadora. Concluímos, a partir das reflexões apresentadas, que as concepções conservadoras de educação já não suprem as necessidades e direitos educacionais de nossos tempos, sendo necessário o desenvolvimento de práticas educativas mais justas e assertivas, para a garantia da educação dos/as trabalhadores/as que retornam às escolas pela EJA. |
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