Enfrentamiento de situaciones de violencia contra niños y adolescentes desde la perspectiva de los Consejeros Tutelares

Objetivo: Descrever as potencialidades e limites no enfrentamento das situações de violência contra crianças e adolescentes na perspectiva de Conselheiros Tutelares. Método: Pesquisa qualitativa, desenvolvida com 18 Conselheiros Tutelares de dois municípios da região central do Estado do Rio Grande...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Ribeiro, Aline Cammarano, Pedroso, Fernanda Ilha, Arboit, Jaqueline, Honnef, Fernanda, Paula, Cristiane Cardoso de, Leal, Tifany Colomé, Brum, Maria Helena Cunha
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista da Escola de Enfermagem da USP (Online)
Idioma:inglés
portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/216980
Acesso em linha:https://www.revistas.usp.br/reeusp/article/view/216980
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Violence
Child
Adolescent
Child Advocacy
Qualitative Research
Violência
Criança
Adolescente
Defesa da criança e do Adolescente
Pesquisa Qualitativa
Violencia
Niño
Defensa del Niño
Investigación Cualitativa
Descrição
Resumo:Objetivo: Descrever as potencialidades e limites no enfrentamento das situações de violência contra crianças e adolescentes na perspectiva de Conselheiros Tutelares. Método: Pesquisa qualitativa, desenvolvida com 18 Conselheiros Tutelares de dois municípios da região central do Estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Os dados foram gerados entre junho e julho de 2021, por meio da técnica de grupo focal, sendo submetidos a análise de conteúdo temática. Resultados: Elencaram-se como potencialidades para o enfrentamento da violência contra crianças e adolescentes: denúncias; atuação em rede; e divulgação midiática. Como limites, tem-se: naturalização da violência; pandemia da Covid-19; desestruturação da rede intersetorial; ausência de capacitações; e dificuldade para desenvolver ações de prevenção. Conclusão Os Conselheiros Tutelares requerem instrumentalização para atuar nos casos de violência contra crianças e adolescentes, bem como o apoio dos demais setores, como saúde, educação, segurança pública e assistência social, de modo a atender integralmente esses casos.