Rituaes e festas Bororo: a construção da imagem do índio como "selvagem" na Comissão Rondon

O artigo faz uma análise do filme Rituaes e festas Bororo, realizado em 1917 pelo Major Luiz Thomaz Reis nas suas primeiras filmagens como responsável pela Seção de Cinematografia e Fotografia da Comissão Rondon. A análise centra-se na narrativa cinematográfica e sua contraposição com fotogramas pub...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Tacca, Fernando de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2002
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista de antropologia (São Paulo. Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/27152
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/ra/article/view/27152
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:fotografia
filme etnográfico
antropologia
Bororo
Luiz Thomaz Reis
photography
ethnography film
anthropology
Descripción
Sumario:O artigo faz uma análise do filme Rituaes e festas Bororo, realizado em 1917 pelo Major Luiz Thomaz Reis nas suas primeiras filmagens como responsável pela Seção de Cinematografia e Fotografia da Comissão Rondon. A análise centra-se na narrativa cinematográfica e sua contraposição com fotogramas publicados no volume I da série Índios do Brasil, assinada por Cândido Mariano da Silva Rondon e publicada em 1946. Para o autor do artigo, o filme faz parte de um conjunto maior de imagens da Comissão Rondon e traduz um momento sígnico indicial da construção da imagem do índio como "selvagem" ou de uma cultura que mantém suas práticas tradicionais. A película é considerada atualmente como um marco na história do filme etnográfico.