Optimal foraging or predator avoidance: why does the Amazon spider Hingstepeira folisecens (Araneae: Araneidae) adopt alternative foraging behaviors?

Estratégias que aumentam a eficiência do forrageamento também podem aumentar o risco de predação. Nós investigamos como indivíduos de Hingstepeira folisecens Hingston, 1932, que constroem abrigos no orbe hub, modulam seus comportamentos de forrageamento em resposta ao trade-off entre capturar presas...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Kátia Fernanda Rito, Fabio Toshiro Taquicava Hanashiro, Paulo Enrique Cardoso Peixoto, Marcelo de Oliveira Gonzaga
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Repositorio:Repositório Institucional da UFMG
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.ufmg.br:1843/56244
Acceso en línea:https://doi.org/10.1590/S1984-4689zool-20150147
http://hdl.handle.net/1843/56244
https://orcid.org/0000-0001-6471-8722
https://orcid.org/0000-0002-0965-0304
https://orcid.org/0000-0003-4127-625X
https://orcid.org/0000-0003-0093-1801
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Orb-web spiders
Prey selection
Silk investment
Aranhas
Florestas - Amazônia
Descripción
Sumario:Estratégias que aumentam a eficiência do forrageamento também podem aumentar o risco de predação. Nós investigamos como indivíduos de Hingstepeira folisecens Hingston, 1932, que constroem abrigos no orbe hub, modulam seus comportamentos de forrageamento em resposta ao trade-off entre capturar presas e se expor deixando seus abrigos. Avaliamos se a posição da presa na teia altera a frequência com que as aranhas saem de seus abrigos. Aranhas Hingstepeira folisecens foram mais propensas a capturar presas posicionadas em baixo do que acima da entrada do abrigo. Além disso, quando a presa estava próxima à entrada do abrigo, a aranha puxava os fios com a presa emaranhada sem sair do abrigo. Por outro lado, quando a presa estava distante da entrada do abrigo, um comportamento de "ataque" (saída do abrigo) foi favorecido. Argumentamos que o "comportamento de puxar" pode ser uma adaptação para reduzir a exposição a predadores.