"Narrativas itinerantes. Aspectos franco-britânicos da ficção brasileira, em periódicos do século XIX".

A escrita de ficção no Brasil iniciou-se definitivamente em fins da década de 1830. Jornais e revistas do Rio de Janeiro publicaram essas narrativas ao lado de ficção estrangeira (especialmente européia) traduzida. Este trabalho tem dois objetivos centrais: 1)apresentar criticamente o conjunto de te...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Ramicelli, Maria Eulália
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2004
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-18042005-110036
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8147/tde-18042005-110036/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Brazilian fiction
British fiction
cultural translation
ficção brasileira
ficção britânica
nineteenth-century
periodicals
periódicos
século XIX
tradução cultural
Descripción
Sumario:A escrita de ficção no Brasil iniciou-se definitivamente em fins da década de 1830. Jornais e revistas do Rio de Janeiro publicaram essas narrativas ao lado de ficção estrangeira (especialmente européia) traduzida. Este trabalho tem dois objetivos centrais: 1)apresentar criticamente o conjunto de textos ficcionais britânicos, traduzidos e publicados em periódicos do Rio de Janeiro, na primeira metade do século XIX, através da análise comparativa da tradução (aqui vista como processo e produto cultural) com os textos originais; 2)avaliar o papel dessa ficção britânica na produção de alguns dos nossos primeiros ficcionistas. O estudo implica discutir o lugar dessa ficção britânica nos jornais e revistas que foram seu meio de circulação: os periódicos britânicos, os brasileiros e a Revue Britannique, revista francesa que se coloca como importante intermediadora nesse percurso. Dessa forma, pretendo contribuir para a discussão das condições de circulação de ficção britânica no Brasil, no século XIX.