Desenvolvimento de estruturas híbridas quitosana/fenitoína para o controle das crises epilépticas.
Eplepsia é doença relativamente comum na população gera, decorrente de desordens neurológicas diversas, caracterizada pela ocorrência periódica e espontânea de atividade neuronal altamente sincronizada e manifestações comportamentais. Manifestação unica de crise, embora a principio não possa ser cat...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Católica de Brasília (UCB) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UCB |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:localhost:riufcg/10767 |
| Acceso en línea: | http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/10767 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Epilepsia. Fenitoína. Hidantoína. Nível Sérico. Monitorização. Fármacos Antiepilépticos. Fenitoína Sérica. Epilepsy. Phenytoin. Hydantoin. Serum level. Monitoring. Antiepileptic Drugs. Serum Phenytoin. Ciência e Engenharia de Materiais. |
| Sumario: | Eplepsia é doença relativamente comum na população gera, decorrente de desordens neurológicas diversas, caracterizada pela ocorrência periódica e espontânea de atividade neuronal altamente sincronizada e manifestações comportamentais. Manifestação unica de crise, embora a principio não possa ser catalogada como epilepsia, requer acompanhamento clinico, investigação através de exames complementares específicos para cada caso, devido ao risco de recorrência. Entre as medicações utilizadas para o controle das crises epilépticas, a fenitoína, é um dos principais fármacos antiepilépticos, utilizada tanto a nível ambulatorial quanto em situações de emergências/ urgências. A proposta e desenvolver um material para monitorização, rápida e precisa, da fenitoína sérica, em pacientes que fazem uso desta medicação, objetivando a individualização na dosimetria e assim maior sucesso terapêutico. Para se cumprir os objetivos indicados, inicialmente foi sintetizada uma membrana de quitosana com a incorporação desse fármaco (fenitoína) e feitas as caracterizações mais pertinentes (MO, DRX, MEV, FTIR, DSC, Ensaio de biodegradação, Tensão superficial e teste de citotoxicidade), bem como analisado as reações desta membrana frente a diferentes níveis de pH. |
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