A pedagogia brincante de Paulo Freire e Augusto Boal: o jogo teatral como ferramenta para ler o mundo

A presente pesquisa tem como foco temático investigar a meninice de Paulo Freire para uma pedagogia brincante no ensino de filosofia com crianças e jovens com base na aplicação do jogo teatral do Teatro do Oprimido de Augusto Boal em sala de aula. Ofereço como exemplos de garimpo, exercícios da minh...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Costa, Geovane da Silva
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.bdtd.uerj.br:1/19676
Acceso en línea:http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/19676
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Teatro del oprimido
Pedagogía del oprimido
Pedagogía lúdica/brincante
Infancia
Cuerpos pensantes
Teatro do oprimido
Pedagogia do oprimido
Pedagogia brincante
Infancializar
Corpos pensantes
CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO
Descripción
Sumario:A presente pesquisa tem como foco temático investigar a meninice de Paulo Freire para uma pedagogia brincante no ensino de filosofia com crianças e jovens com base na aplicação do jogo teatral do Teatro do Oprimido de Augusto Boal em sala de aula. Ofereço como exemplos de garimpo, exercícios da minha experiência como professor de filosofia e de teatro com crianças e jovens no Ensino Fundamental II e no Ensino Médio da Escola Firjan SESI Duque de Caxias.  Tanto a metodologia descritiva, a práxis do pesquisar e o estar na sala de aula, quanto a dialética teórica são bússolas no garimpo. A teoria da pedagogia da autonomia e dos oprimidos e oprimidas criadas por estes autores é organon precioso, assim como a busca da infancialização apontadas por Wanderson Flor e Renato Nogueira sobre a educação ubuntu e das infâncias guaranis ao modo teko porã abordado por Tassinari para a prática educativa brincante que potencialize a infância do (re) encantar-se com o mundo, educar como infancializar, educar como ancestralidade presente. Das infâncias como ubuntwana e como teko porã. Os principais aprendizados da dissertação mostram que a pedagogia brincante pode e deve ser inserida no processo educativo e que, além de contribuir para uma aula mais divertida, provocativa e criativa, resgata a experiência brincante do ser humano independentemente da idade.