Filmes como coisas na Índia colonial
Este artigo argumenta que um produto visual também é material, no sentido de que objetos visuais (mesmo digitais) podem circular pelos mais variados espaços e, dependendo do contexto, podem adquirir ou expressar propriedades muito diferentes. Este artigo baseia-se em pesquisas conduzidas pelo autor...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | GIS - Gesto, Imagem e Som - Revista de Antropologia |
| Idioma: | portugués inglés |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/171664 |
| Acesso em linha: | https://www.revistas.usp.br/gis/article/view/171664 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Visual anthropology; India; Colonial film Antropologia visual Cinema colonial Índia |
| Resumo: | Este artigo argumenta que um produto visual também é material, no sentido de que objetos visuais (mesmo digitais) podem circular pelos mais variados espaços e, dependendo do contexto, podem adquirir ou expressar propriedades muito diferentes. Este artigo baseia-se em pesquisas conduzidas pelo autor em arquivos de filmes na Índia e no Reino Unido. O objetivo é mostrar que os filmes de não ficção (e a duração das filmagens) filmados por oficiais coloniais britânicos e visitantes da Índia na primeira metade do século XX formam “documentos” visuais que se baseiam em convenções fotográficas e filmes anteriores. Simultaneamente, o cinema de ficção indiano toma forma, com o trabalho pioneiro de DG Phalke. Os cinemas usam os mesmos materiais, possivelmente os mesmos tipos de câmera, porém sem intersectarem-se. Conclui-se que os filmes do período citado e posterior auxiliam entender as relações visuais entre o povo indiano como sujeito e os colonizadores britânicos. |
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