Resistência vertical e horizontal do feijoeiro comum (Phaseolus vulgaris L.) a (Isariopsis griseola) Sacc.

O presente trabalho foi realizado nos laboratórios e casas de vegetação do Departamento de Fitopatologia da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiróz" da Universidade de São Paulo. Apresentou como objetivos estudar a variabilidade patogênica de 24 isolados de I. griseola, identificar cult...

ver descrição completa

Detalhes bibliográficos
Autor: Sartorato, Aloisio
Formato: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:1989
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-20191220-114001
Acesso em linha:https://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11135/tde-20191220-114001/
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:FEIJÃO
FUNGOS FITOPATOGÊNICOS
MANCHA ANGULAR
RESISTÊNCIA GENÉTICA VEGETAL
Descrição
Resumo:O presente trabalho foi realizado nos laboratórios e casas de vegetação do Departamento de Fitopatologia da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiróz" da Universidade de São Paulo. Apresentou como objetivos estudar a variabilidade patogênica de 24 isolados de I. griseola, identificar cultivares que possam ser usadas como diferenciadoras e determinar a resistência vertical e parcial de algumas cultivares de feijoeiro comum. Das 15 cultivares utilizadas, 4 foram selecionadas para o estudo da resistência vertical e 11 para o estudo da resistência parcial. Os 24 isolados do patógeno mostraram ampla distribuição em patogenicidade e ampla variabilidade quanto à virulência e agressividade; infectaram diferencialmente as cultivares de feijoeiro comum e foram separados em 6 diferentes patótipos. Das cultivares utilizadas apenas Cornell 49-242, RG 1342 CH 60, México 279 e México 54 apresentaram resistência completa a alguns dos isolados testados, podendo ser consideradas como diferenciadoras. Os parâmetros monocíclicos da resistência parcial apresentaram efeitos significativos para cultivares, isolados e interação entre cultivares e isolados. Consequentemente, a resistência parcial das cultivares testadas foi separada em resistência vertical incompleta e horizontal. Embora todas as cultivares tenham apresentado resistência horizontal, nem todas apresentaram resistência vertical incompleta. Entre as cultivares testadas, Compuesto Chimaltenango 2 foi a que apresentou os maiores níveis de resistência vertical incompleta e horizontal. Foi obtido um coeficiente de correlação significativo entre a frequência e o índice de i nfecção; pela maior facilidade na sua determinação, sugere-se a utilização do índice de infecção para as futuras avaliações da resistência parcial de cultivares de feijoeiro comum a I. griseola. Também foi obtida correlação entre o período de incubação e o de latência em 4 dos 5 grupos de isolados estudados. Os resultados obtidos indicam boas perspectivas para a exploração, com êxito, das resistências vertical completa e incompleta e da resistência horizontal em um programa de melhoramento do feijoeiro comum a este patógeno. No entanto, a procura de genótipos com as características resistência horizontal deve continuar.