Um problema: a traição dos cristãos-novos em 1624
As afinidades familiares, as de natureza econômica, ou ambas conjugadas, e o decorrente intercâmbio com as Províncias Unidas in-submissas tornavam os cristãos-novos da Colônia suspeitos à Corôa. Suspeitos por flamengos . Suspeitos por portuguêses . Suspeitos por marranos. Flamengos, minavam o Impéri...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1970 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Revista de História (São Paulo) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/129072 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/revhistoria/article/view/129072 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | cristão-novo século XVII Igreja |
| Sumario: | As afinidades familiares, as de natureza econômica, ou ambas conjugadas, e o decorrente intercâmbio com as Províncias Unidas in-submissas tornavam os cristãos-novos da Colônia suspeitos à Corôa. Suspeitos por flamengos . Suspeitos por portuguêses . Suspeitos por marranos. Flamengos, minavam o Império. Portuguêses, tramavam a ruptura da unidade peninsular. Marranos judaisantes desafiavam a unidade espiritual do catolicismo ibérico . |
|---|