Aplicação da casca de arroz como adsorvente para remoção de cromo hexavalente em soluções aquosas

O presente estudo propõe o emprego da casca de arroz, sem (CA) e com pré-tratamento ácido (CAH+), como adsorvente de baixo custo na remoção de Cr(VI) em soluções aquosas. Caracterizações morfológicas, químicas e estruturais realizadas para ambos os adsorventes revelaram considerável grau de heteroge...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Gamboa, Vanessa Schwarstzhaupt, Gasparin, Fabiano Perin, Kinast, Eder Julio, Benvenutti, Edilson Valmir, Ries, Lucia Allebrandt da Silva
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/256460
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/256460
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Tratamento de efluentes
Adsorção
Cinza de casca de arroz
Cromo hexavalente
Rice husk
Hexavalent chromium
Adsorption
Lignocellulosic materials
Descripción
Sumario:O presente estudo propõe o emprego da casca de arroz, sem (CA) e com pré-tratamento ácido (CAH+), como adsorvente de baixo custo na remoção de Cr(VI) em soluções aquosas. Caracterizações morfológicas, químicas e estruturais realizadas para ambos os adsorventes revelaram considerável grau de heterogeneidade superficial, tendência à amorficidade, baixa área superficial e presença de grupamentos característicos de sílica. Os ensaios de adsorção avaliaram a influência da dosagem de adsorvente, pH, concentração inicial de Cr(VI) e tempo de interação. Os parâmetros de adsorção otimizados foram: dosagem de adsorvente (5 g.L-1), pH (1,0), concentração inicial de cromo (5 mg.L-1) e tempo de interação (60 min). Os dados experimentais se ajustaram melhor à isoterma de Freundlich e ao modelo cinético de pseudo-segunda ordem, para ambos os adsorventes. Observou-se que ambos foram capazes de remover Cr(VI), entretanto, a CAH+ apresentou resultados superiores em todos os ensaios realizados. A capacidade de adsorção máxima de Cr(VI) encontrada para a casca de arroz sem pré-tratamento foi de 2,27 mg.g-1 e, para a casca de arroz com pré-tratamento, foi de 5,19 mg.g-1. Os resultados obtidos sugerem que a casca de arroz, sem e com pré-tratamento, pode ser empregada como adsorvente alternativo aos adsorventes convencionalmente empregados, sendo eficiente, acessível e de baixo custo para a remoção de Cr(VI) em soluções aquosas.