Knowledge and beliefs of university students of the engineering course on sexually transmitted infections / Conhecimentos e crenças de universitários do curso de engenharia sobre as infecções sexualmente transmissíveis

Objetivo: analisar o conhecimento e crenças sobre as infecções sexualmente transmissíveis entre universitários do curso de engenharia. Método: pesquisa descritiva, transversal, quantitativa, realizada em universidade privada no Rio de Janeiro. Selecionou-se uma amostra de 170 estudantes do curso de...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Sodré, Carolina Passos, Spindola, Thelma, Tambasco, Letícia Brito, Marinho, Débora Fernanda Sousa, Woodtli, Raquel Ramos, Antunes, Rômulo Frutuoso
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)
Repositorio:Revista de Pesquisa: Cuidado é Fundamental Online
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.seer.unirio.br:article/9979
Acceso en línea:https://seer.unirio.br/cuidadofundamental/article/view/9979
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Compreensão
Infecções Sexualmente Transmissíveis
Adulto Jovem
Comportamento sexual
Educação Superior
INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS
Descripción
Sumario:Objetivo: analisar o conhecimento e crenças sobre as infecções sexualmente transmissíveis entre universitários do curso de engenharia. Método: pesquisa descritiva, transversal, quantitativa, realizada em universidade privada no Rio de Janeiro. Selecionou-se uma amostra de 170 estudantes do curso de engenharia. Os achados foram organizados e analisados com emprego da estatística descritiva. Resultados: houve predomínio do sexo masculino (86,47%); idades de 18-23 anos (78,83%); solteiros (60%); sem filhos (97,06%); moram com os pais (76,47%). Não utilizam preservativo de forma contínua (62,25%), mas acreditam ser pouco possível adquirir infecções (42,35%). Apresentam conhecimento insuficiente sobre as infecções (77,65%); reconhecendo as mais divulgadas pela mídia. Conclusão: a maioria dos estudantes reconhece a importância do preservativo, mas não usa regularmente. Os jovens apresentam conhecimentos insuficientes e crenças que colocam em risco a sua saúde sexual.