Primeiro relato de casos autóctones de leishmaniose visceral canina em área não endêmica: Uberaba, Minas Gerais

A leishmaniose visceral canina (LVC) é uma doença de grande relevância no Brasil e na maioria dos países tropicais, pois é uma zoonose em expansão, tendo o cão importância na dispersão da doença. Uberaba atualmente ainda é classificada como município silencioso não receptivo vulnerável, ou seja, sem...

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Bibliographic Details
Authors: Bilharinho, Vitor P, Figueiredo, Natácia Gaia, Bizinotto, Vanessa Isabel Leal Salvador, Alves, Endrigo G L, Araújo, Márcio Sobreira Silva, Bittar, Rosado, Isabel R
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Institution:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
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description A leishmaniose visceral canina (LVC) é uma doença de grande relevância no Brasil e na maioria dos países tropicais, pois é uma zoonose em expansão, tendo o cão importância na dispersão da doença. Uberaba atualmente ainda é classificada como município silencioso não receptivo vulnerável, ou seja, sem confirmação de casos autóctones humanos e caninos e sem a presença conhecida do vetor. Entretanto em estudo prévio retrospectivo foram encontrados 25 casos de LVC atendidos no Hospital Veterinário em Uberaba no período de 2015 a 2020, por meio de levantamento de prontuários médicos. Por isso foi dado seguimento com a fase prospectivo do estudo, durante o período de 2020 a 2023, na qual foi realizado Teste rápido imunocromatográfico em cães com suspeita de LVC. Um total de 80 animais foram testados nessa fase sendo 8 reagentes. As amostras também passaram pelo teste ELISA sendo 5 cães positivos. Foi aplicado questionário aos tutores no qual foi confirmado que esses cães não haviam deixado Uberaba, o que indica que esses animais representam casos autóctones da doença. Esse resultado evidencia um risco para saúde animal e humana na região e demonstra a necessidade de estudos entomológicos para identificar presença do vetor bem como continuação da vigilância epidemiológica contra esta doença em todos os seguimentos.
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Por isso foi dado seguimento com a fase prospectivo do estudo, durante o período de 2020 a 2023, na qual foi realizado Teste rápido imunocromatográfico em cães com suspeita de LVC. Um total de 80 animais foram testados nessa fase sendo 8 reagentes. As amostras também passaram pelo teste ELISA sendo 5 cães positivos. Foi aplicado questionário aos tutores no qual foi confirmado que esses cães não haviam deixado Uberaba, o que indica que esses animais representam casos autóctones da doença. Esse resultado evidencia um risco para saúde animal e humana na região e demonstra a necessidade de estudos entomológicos para identificar presença do vetor bem como continuação da vigilância epidemiológica contra esta doença em todos os seguimentos.Canine visceral leishmaniasis (CVL) is a highly relevant disease in Brazil and most tropical countries, as it is a growing zoonosis, with dogs playing a key role in its spread. Uberaba is currently classified as a silent, non-receptive, vulnerable municipality, meaning there are no confirmed autochthonous human or canine cases and no known vector presence. However, a previous retrospective study identified 25 cases of CVL treated at the Veterinary Hospital in Uberaba from 2015 to 2020 through a review of medical records. Therefore, the prospective phase of the study was continued from 2020 to 2023, during which a rapid immunochromatographic test was performed on dogs suspected of having CVL. A total of 80 animals were tested in this phase, with 8 testing positive. The samples also underwent ELISA testing, with 5 dogs testing positive. A questionnaire was administered to the owners, confirming that these dogs had not left Uberaba, indicating that these animals represent autochthonous cases of the disease. This result highlights a risk to animal and human health in the region and demonstrates the need for entomological studies to identify the presence of the vector, as well as continued epidemiological surveillance against this disease in all segments.La leishmaniasis visceral canina (LVC) es una enfermedad de gran relevancia en Brasil y la mayoría de los países tropicales, ya que se trata de una zoonosis en crecimiento, en la que los perros desempeñan un papel clave en su propagación. Uberaba se clasifica actualmente como un municipio silencioso, no receptivo y vulnerable, lo que significa que no hay casos autóctonos confirmados en humanos ni en perros, ni se conoce la presencia de vectores. Sin embargo, un estudio retrospectivo previo identificó 25 casos de LVC tratados en el Hospital Veterinario de Uberaba entre 2015 y 2020 mediante la revisión de historiales médicos. Por lo tanto, la fase prospectiva del estudio se prolongó entre 2020 y 2023, durante la cual se realizó una prueba inmunocromatográfica rápida a perros con sospecha de LVC. Se analizaron 80 animales en esta fase, con 8 resultados positivos. Las muestras también se sometieron a una prueba ELISA, con 5 perros positivos. Se administró un cuestionario a los propietarios, confirmando que estos perros no habían salido de Uberaba, lo que indica que representan casos autóctonos de la enfermedad. Este resultado pone de manifiesto un riesgo para la salud animal y humana en la región y demuestra la necesidad de realizar estudios entomológicos para identificar la presencia del vector, así como de mantener la vigilancia epidemiológica contra esta enfermedad en todos los segmentos.Universidade de Uberaba. Escola de Medicina. Uberaba, MG, Brasil.Universidade de Uberaba. Faculdade de Veterinária. Uberaba, MG, Brasil.Universidade de Uberaba. Mestrado em saúde e produção animal nos trópicos. Uberaba, MG, Brasil.Universidade de Uberaba. Programa de Pós-graduação em Sanidade e Produção Animal nos Trópicos. Uberaba, MG, Brasil.Fundação Oswaldo Cruz. Instituto René Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil.Universidade de Uberaba. Programa de Pós-graduação em Sanidade e Produção Animal nos Trópicos. Uberaba, MG, Brasil.Universidade de Uberaba. Programa de Pós-graduação em Sanidade e Produção Animal nos Trópicos. Uberaba, MG, Brasil.porAssociação Nacional de Direitos Humanos, Pesquisa e Pós-graduaçãoLeishmania infantum chagasiZoonoseCalazarCãoLeishmania infantum chagasiZoonosisKala-azarPerroPrimeiro relato de casos autóctones de leishmaniose visceral canina em área não endêmica: Uberaba, Minas GeraisFirst report of autochtonous cases of canine visceral leishmaniasis in a non-endemic area: Uberaba, Minas GeraisPrimer reporte de casos autóctonos de Leishmaniasis visceral canina en una zona no endémica: Uberaba, Minas Geraisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/articleinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)instname:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)instacron:FIOCRUZBilharinho, Vitor PFigueiredo, Natácia GaiaBizinotto, Vanessa Isabel Leal SalvadorAlves, Endrigo G LAraújo, Márcio Sobreira SilvaBittarRosado, Isabel RORIGINALPRIMEIRO RELATO DE CASOS AUTÓCTONES DE LEISHMANIOSE VISCERAL.pdfPRIMEIRO RELATO DE CASOS AUTÓCTONES DE LEISHMANIOSE VISCERAL.pdfapplication/pdf371189https://arca.fiocruz.br/bitstreams/f3ede904-36b6-429c-8aab-1fa9a05eb20d/download75ba43304b621919d2644edf90c7cea1MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82991https://arca.fiocruz.br/bitstreams/7eaf42df-68b5-4317-ace4-6a3a8b277c4a/download5a560609d32a3863062d77ff32785d58MD52falseAnonymousREADTEXTPRIMEIRO RELATO DE CASOS AUTÓCTONES DE LEISHMANIOSE VISCERAL.pdf.txtPRIMEIRO RELATO DE CASOS AUTÓCTONES DE LEISHMANIOSE VISCERAL.pdf.txtExtracted texttext/plain34359https://arca.fiocruz.br/bitstreams/f5e1234e-6c20-4450-902e-adea6fa83d2e/download34f0f0d3f347ab025016ffc3f8450f62MD59falseAnonymousREADTHUMBNAILPRIMEIRO RELATO DE CASOS AUTÓCTONES DE LEISHMANIOSE VISCERAL.pdf.jpgPRIMEIRO RELATO DE CASOS AUTÓCTONES DE LEISHMANIOSE VISCERAL.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg33928https://arca.fiocruz.br/bitstreams/c7af43d8-e31b-4128-bfd8-f5c72b506bab/downloadae7669dc5af764bb11dba1c78210be97MD510falseAnonymousREADicict/731452025-12-16 06:41:56.294open.accessoai:arca.fiocruz.br:icict/73145https://arca.fiocruz.brRepositório InstitucionalPUBhttps://www.arca.fiocruz.br/oai/requestrepositorio.arca@fiocruz.bropendoar:21352025-12-16T09:41:56Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) - 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