Breeding biology and distyly in Palicourea rigida H. B. & K. (Rubiaceae) in the Cerrados of Central Brazil
A distilia é um polimorfismo floral mais freqüente entre as espécies de Rubiaceae do que em qualquer outro grupo das Angiospermas. Palicourea rigida é uma espécie de Rubiaceae, amplamente distribuída nos cerrados brasileiros e em outras áreas de savanas neotropicais. O presente trabalho buscou estud...
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de Brasília (UnB) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UnB |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unb.br:10482/27707 |
| Acesso em linha: | http://repositorio.unb.br/handle/10482/27707 https://dx.doi.org/10.1590/S0102-33062010000300012 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Polimorfismo floral Beija-flor Heterostilia Cerrados Distilia |
| Resumo: | A distilia é um polimorfismo floral mais freqüente entre as espécies de Rubiaceae do que em qualquer outro grupo das Angiospermas. Palicourea rigida é uma espécie de Rubiaceae, amplamente distribuída nos cerrados brasileiros e em outras áreas de savanas neotropicais. O presente trabalho buscou estudar a biologia floral e reprodutiva de populações de P. rigida comparando as características associadas à heterostilia e a ocorrência de assimetrias entre os morfos florais. O trabalho foi realizado na Fazenda Água Limpa, Brasília, entre 1993 e 1995; no Parque Estadual da Serra de Caldas Novas-GO e na RPPN do Clube Caça e Pesca Itororó de Uberlândia-MG em 2005 e 2006. As populações foram caracterizadas quanto à densidade, altura e razão entre morfos dos indivíduos floridos. Foram investigadas diferenças na morfometria, produção de néctar, sucesso reprodutivo e reações de incompatibilidade. A floração foi longa, praticamente durante toda a estação chuvosa. As flores eram claramente distílicas e com hercogamia recíproca, apresentaram néctar como recompensa e duraram apenas um dia. Apesar de diferirem em densidade e altura dos indivíduos, as populações foram predominantemente isopléticas. A produção de néctar variou em volume e concentração, mas não foi associada a cada um dos morfos. A espécie mostrou-se marcadamente autoincompatível, mas o sucesso reprodutivo foi sempre alto e independente do morfo floral. Houve diferença nos locais de formação das barreiras de incompatibilidade semelhante ao observado para outras Rubiaceae. Os principais visitantes florais e polinizadores foram os beija-flores Colibri serrirostris e Eupetomena macroura. A alta produção de frutos indica que os polinizadores efetivamente transportaram quantidades suficientes de grãos de pólen compatíveis entre os morfos, apesar de comumente apresentarem comportamento territorial. |
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