Entre a dança e o cinema. Considerações sobre Kontakthof de Pina Bausch

Esse trabalho traz questões estéticas da dança e da linguagem cinematográfica focalizando os registros audiovisuais de um espetáculo. O desenvolvimento da relação entre essas duas formas de arte vão desde os registros iniciados por Edson até as modernas videodanças ou videoclipes. Kontakthof, coreog...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Katzenstein, Tamara Vivian
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-29062015-152233
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27161/tde-29062015-152233/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Cinema
Contemplative Inquiry
Dança Teatro
Documentação
Documentário
Documentary
Documentation
Memória
Memory
Registro
Theatre-Dance
Transmedia
Transmídia
Witnessing
Descripción
Sumario:Esse trabalho traz questões estéticas da dança e da linguagem cinematográfica focalizando os registros audiovisuais de um espetáculo. O desenvolvimento da relação entre essas duas formas de arte vão desde os registros iniciados por Edson até as modernas videodanças ou videoclipes. Kontakthof, coreografado e dirigido por Pina Bausch e dançado por três elencos de idades e formações diferenciadas e registrados de formas muito distintas em cinco filmes, é usado para se discutir a importância dos registros audiovisuais enquanto memória, explorando aproximações e distinções entre o documentário e a documentação num cenário em que cinema e dança geram conhecimento do presente e do passado. Por fim, esta pesquisa destaca uma mesma cena dessa coreografia, encontrada nos filmes Pina de Wim Wenders e Un jour Pina m`a demande de Chantal Akerman e no registro da peça integral, analisando-a a partir dos diferentes olhares e estratégias. Conclui-se, então, que o registro, com sua aparente aspiração de objetividade, abre espaço para a explicitação da subjetividade tal qual os outros filmes, resgatando essa forma de audiovisual do exílio ao qual, normalmente, é encerrado nas discussões sobre o universo cinematográfico