A construção política e epistêmica da comunicação popular e feminista na Marcha Mundial das Mulheres (MMM)

Este trabalho apresenta a comunicação popular e feminista da Marcha Mundial das Mulheres (MMM), no Brasil, como uma experiência de rompimento com o mutismo imposto para as classes populares no país e com o estabelecimento do “sujeito competente” (CHAUI, 2017), permanentemente reivindicado pelos meio...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Benedito, Fabiana de Oliveira, Lima, Marcia Maria Tait
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Extraprensa (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/194080
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/extraprensa/article/view/194080
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Comunicação popular
Comunicação feminista
Marcha mundial das mulheres
Feminismo
Comunicación popular
Comunicación feminista
Marcha mundial de las mujeres
Popular communication
Feminist communication
World march of women
Feminism
Descripción
Sumario:Este trabalho apresenta a comunicação popular e feminista da Marcha Mundial das Mulheres (MMM), no Brasil, como uma experiência de rompimento com o mutismo imposto para as classes populares no país e com o estabelecimento do “sujeito competente” (CHAUI, 2017), permanentemente reivindicado pelos meios de comunicação de massa. Em Educação como Prática de Liberdade (1978), Paulo Freire afirma que há um mutismo prescrito para as “pessoas comuns” no Brasil. Diante disso, este trabalho se atém a quem são essas pessoas, visto que a negação do direito à palavra não atinge igualmente homens e mulheres. Além disso, o texto reflete sobre a construção do “sujeito competente”, visto que ela não se descola das dimensões patriarcais e racistas da sociedade capitalista.