A tradução das oralidades na literatura beur: Azouz Begag e as traduções de Le gone du Chaâba (1986)
A manutenção das oralidades nas traduções da literatura beur exige dos tradutores uma reflexão sobre elementos que mesclam convenções escritas e oralidades. Estes textos, cheios de interferências, sotaques e línguas em contato, usam como recurso literário a modelagem das palavras e a transformação d...
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| Tipo de recurso: | capítulo de libro |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufc.br:riufc/40931 |
| Acceso en línea: | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/40931 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Oralidades Literatura beur Traduções de beur |
| Sumario: | A manutenção das oralidades nas traduções da literatura beur exige dos tradutores uma reflexão sobre elementos que mesclam convenções escritas e oralidades. Estes textos, cheios de interferências, sotaques e línguas em contato, usam como recurso literário a modelagem das palavras e a transformação de termos da língua francesa, acrescentando sons das línguas árabes. Essas modificações, que se apresentam estranhas ao leitor, são um desafio particular no momento da tradução, pois elas são imprescindíveis para marcar o elemento distintivo da estética beur (LARONDE, 1993). Para tanto, as traduções de textos beur geralmente vêm circundadas de material paratextual, de comentários, de notas explicativas para situar o leitor da tradução e de suas características. Analiso aqui algumas soluções encontradas pelos tradutores estadunidenses e pela tradutora espanhola do romance Le gone du Chaâba (1986) e apresento os comentários das traduções que são essenciais para que se tenha conhecimento das modificações realizadas na língua para qual se traduz. [...] |
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