Vorhandenheit e linguagem: anotações iniciais sobre o problema do "é" em Heidegger

Este estudo pretende dar continuidade ao mesmo tema abordado em monografia de conclusão de curso de graduação em filosofia. Assim, nosso intento é perceber as razões metodológicas e filosóficas do problema do "é" em Heidegger situado em Ser e Tempo a partir na noção de que as línguas ocide...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Freiberg, Leandro Beck
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2002
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Tocantins (UFT)
Repositorio:Repositório Institucional da UFT
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.uft.edu.br:11612/478
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11612/478
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA
Fundamental ontology
Metaphysical thinking
Heidegger
Sein und Zeit
Descripción
Sumario:Este estudo pretende dar continuidade ao mesmo tema abordado em monografia de conclusão de curso de graduação em filosofia. Assim, nosso intento é perceber as razões metodológicas e filosóficas do problema do "é" em Heidegger situado em Ser e Tempo a partir na noção de que as línguas ocidentais são em geral, línguas do pensamento metafísico, e a forma com que este pensamento metafísico exposto por Heidegger se apresenta na relação entre a pergunta pelo ser e o "é". O tema de nossa investigação parte de um ponto imediatamente inserido no cerne do pensamento de Heidegger: O problema do “é“; problema que se estabelece no sentido de perceber o Horizonte que essa pequena palavra representa na ontologia fundamental e em escritos que traçam a elaboração da atmosfera de investigação que Heidegger permite a esta questão. O própósito que se pretende por em discussão realiza a sua intervenção a partir da tarefa hedeggeriana de recuperar as experiências de esquecimento presentes na metafísica, e particularmente, a significação metafísica do "é", ou seja, o ponto investigativo que estabelece a necessidade de elucidação do "é" no interior da experiência heideggeriana de desocultamento do universo metafísico.