A Participação do Brasil nas operações de paz das Nações Unidas : evolução, desafios e oportunidades

Este trabalho apresenta a trajetória da participação do Brasil em operações de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) desde sua gênese, em 1947, até os dias de hoje, com o intuito de avaliar se há um padrão progressivo e evolutivo do engajamento brasileiro às operações de paz e quais seriam os d...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Andrade, Israel de Oliveira, Hamann, Eduarda Passarelli, Soares, Matheus Augusto
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)
Repositorio:Repositório Institucional da IPEA (RCIpea)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/8939
Acceso en línea:http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/8939
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Programa de Ajuda
Sistema das Nações Unidas
Manutenção da Paz
Operações de paz
Organização das Nações Unidas
Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH)
UNIFIL
Peacekeeping
Descripción
Sumario:Este trabalho apresenta a trajetória da participação do Brasil em operações de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) desde sua gênese, em 1947, até os dias de hoje, com o intuito de avaliar se há um padrão progressivo e evolutivo do engajamento brasileiro às operações de paz e quais seriam os desafios, as contribuições e as orientações futuras para o país nesse âmbito. Para tanto, em um primeiro momento, o texto fará uma discussão conceitual acerca das diferentes definições e entendimentos a respeito das operações de paz. Em seguida, serão analisadas a evolução das operações de paz da ONU durante os seus setenta anos e a postura brasileira nesse período. Em um terceiro e último momento, serão apresentadas as considerações finais, identificando os desafios por vir e as principais perspectivas para possíveis engajamentos do Brasil em futuras operações de paz. Busca-se, portanto, averiguar se as operações de paz, como instrumento de política internacional alinhado às diretrizes da política de defesa e da política externa brasileira, devem continuar a ser apoiadas pelo Brasil ou se novas reorientações são necessárias como estratégia do país.