RELAÇÃO DO ÂNGULO Q COM A DOR FEMOROPATELAR E VARIAÇÃO DA ATIVIDADE ELÉTRICA DO MÚSCULO VASTO MEDIAL OBLÍQUO: ANÁLISE POR ELETROMIOGRAFIA THE Q ANGLE AND ITS RELATION TO FEMOROPATELLAR PAIN AND VARIATION OF THE ELECTRIC ACTIVITY OF THE VASTUS MEDIAL OBLIQ
A síndrome femoropatelar (SFP) é umas das queixas mais comuns entre os consultórios e clínicas de fisioterapia. É definida como dor difusa na região anterior do joelho, geralmente de início insidioso e progressão lenta, agravada, sobretudo, por atividades que aumentam as forças de compressão na arti...
| Authors: | , |
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2010 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS) |
| Repository: | Revista de Atenção à Saúde |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.seer.uscs.edu.br:article/373 |
| Online Access: | http://seer.uscs.edu.br/index.php/revista_ciencias_saude/article/view/373 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | dor femoropatelar eletromiografia de superfície vasto medial oblíquo ângulo Q. |
| Summary: | A síndrome femoropatelar (SFP) é umas das queixas mais comuns entre os consultórios e clínicas de fisioterapia. É definida como dor difusa na região anterior do joelho, geralmente de início insidioso e progressão lenta, agravada, sobretudo, por atividades que aumentam as forças de compressão na articulação femoropatelar. Este estudo teve como principal objetivo verificar se a dor femoropatelar tem relação com o ângulo Q, o índice de massa corpórea e a atividade elétrica do músculo vasto medial oblíquo. Foram participantes deste estudo 20 indivíduos do sexo feminino, com idade entre 15 e 30 (23 ± 2,85) anos, com ou sem queixa de dor na região do joelho. Pôde-se perceber, após este estudo, que, utilizando-se da eletromiografia de superfície entre as voluntárias avaliadas, quanto ao ângulo Q em relação à dor femoropatelar, não há correlação considerável (r = -0,211). Já quanto à atividade elétrica do músculo vasto medial oblíquo em relação à dor femoropatelar, há uma pequena correlação, considerada moderada no MID (r = 0,063) e fraca no MIE (r = 0,316). Por fim, comparando-se o índice de massa corpórea com a mesma dor femoropatelar, foi constatado não haver nenhum tipo de correlação (r = -0,366). Conclui-se que, nesta pesquisa, o nível de relação com a dor existente no grupo estudado nada tem a ver com alterações do ângulo Q, ativação do músculo vasto medial oblíquo e seu índice de massa corpórea. |
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