Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em área de cerrado degradado em processo de revegetação

Com a construção da barragem da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira (SP), ocorreu a degradação do solo, expondo o subsolo e dando origem às áreas de empréstimo. Com o objetivo de melhor compreender a associação entre fungos micorrízicos arbusculares (FMA) e espécies arbóreas na recuperação de áreas...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Scabora, Márcia Helena [UNESP]
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/106190
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/106190
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Solos - Degradação
Fungos micorrizicos
Revegetação
Arbuscular mycorrhizal fungi
Descripción
Sumario:Com a construção da barragem da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira (SP), ocorreu a degradação do solo, expondo o subsolo e dando origem às áreas de empréstimo. Com o objetivo de melhor compreender a associação entre fungos micorrízicos arbusculares (FMA) e espécies arbóreas na recuperação de áreas degradadas, foram avaliados a produção de esporos e a diversificação das comunidades de FMA nativos após inoculação em dez espécies arbóreas nativas do cerrado, implantadas em duas áreas, uma vegetada com pastagem e outra com subsolo exposto, bem como avaliar a ocupação destas por espécies herbáceas co-ocorrentes e as alterações da fertilidade do solo ao longo de quatro anos de revegetação. O experimento foi conduzido na Fazenda de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Engenharia, Campus de Ilha Solteira, localizada no município de Selvíria-MS. O delineamento experimental foi o fatorial 2x4x10 em blocos, ou seja, duas áreas (pastagem e subsolo exposto), quatro anos e 10 espécies arbóreas, com quatro repetições, sendo cada repetição constituída por cinco plantas. Após a instalação do experimento, amostras do solo e do subsolo foram coletadas na profundidade de 0- 0,10 cm, no 1, 2, 3 e 4o ano e utilizadas para avaliação das características químicas e das comunidades de FMA. O número de esporos, a riqueza de espécies, a diversidade e a equabilidade foram comparados e relacionados com as propriedades químicas do solo e com a ocupação das espécies herbáceas co-ocorrentes. Houve incrementos nos teores de matéria orgânica ao longo do anos na área de subsolo. Na diversificação de FMA foram identificadas 52 espécies, das quais 19 pertencem ao gênero Glomus, 14 pertencem à Acaulospora, 10 à Scutellospora, seis à Gigaspora...