Caracterização genotípica do Vírus Varicela-Zoster em casos de varicela e Herpes zoster em Belém-Pará, Brasil

O vírus Varicela-zoster (VVZ) pode causar varicela durante a infecção primária, estabelecendo posteriormente uma infecção latente. Na ocorrência de reativação do vírus, pode surgir o herpes zoster. A análise da presença de anticorpos IgG e IgM é fundamental para verificar a prevalência deste vírus n...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: COSTA, Marcos Rogério Menezes da
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Pará (UFPA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFPA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufpa.br:2011/9098
Acceso en línea:http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/9098
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:CNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::MICROBIOLOGIA::BIOLOGIA E FISIOLOGIA DOS MICROORGANISMOS::VIROLOGIA
Virologia
Vírus Varicela-Zoster
Varicela
Herpes zoster
Genótipos
Pará - Estado
Descripción
Sumario:O vírus Varicela-zoster (VVZ) pode causar varicela durante a infecção primária, estabelecendo posteriormente uma infecção latente. Na ocorrência de reativação do vírus, pode surgir o herpes zoster. A análise da presença de anticorpos IgG e IgM é fundamental para verificar a prevalência deste vírus na Região Metropolitana de Belém. O estudo de polimorfismos nucleotídicos específicos é utilizado para definir os genótipos do VVZ. A análise das ORFs 22, 38 e 54 permitiu identificar os genótipos do VVZ de acordo com a classificação estabelecida na conferência de 25 de julho de 2008 em Whitechapel, Londres/Reino Unido, em que as cepas de VVZ detectadas e caracterizadas por sequenciamento dos SNPs foram agrupadas em classes de 1 a 5. Avaliar a prevalência de anticorpos e descrever os genótipos circulantes foi o objetivo deste estudo. A frequência de anticorpos IgG e IgM nos casos de varicela foi 68,2% e 48,2%, respectivamente. Os casos de herpes zoster apresentaram prevalência de anti- VVZ IgG e IgM de 87,5% e 12,5%, respectivamente. Os genótipos 1 ou 3 e 5 estavam presentes nas 13 amostras sequenciadas, sendo que a cepa Européia (classe 1 ou 3) foi encontrada em amostras de todos os municípios estudados. A identificação das cepas VVZ circulantes é de extrema importância em virtude da associação de determinados genótipos a quadros clínicos mais severos e para avaliar a implantação da vacina no Programa Nacional de Imunização.