O HOMEM VIRTUOSO NA FILOSOFIA DE ADAM FERGUSON
Uma das principais características do pensamento filosófico de Adam Ferguson (1723-1816) encontra-se na sua incorporação do estoicismo em seu ideal de virtude. Para o filósofo escocês, a noção de virtude expressa uma energia e direção, a qual conduziria os indivíduos a agirem e distinguirem o certo...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) |
| Repositorio: | Sapere Aude (Belo Horizonte. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.pucminas.br:article/35764 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.pucminas.br/SapereAude/article/view/35764 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Adam Ferguson homem virtuoso sociedade lei moral probidade |
| Sumario: | Uma das principais características do pensamento filosófico de Adam Ferguson (1723-1816) encontra-se na sua incorporação do estoicismo em seu ideal de virtude. Para o filósofo escocês, a noção de virtude expressa uma energia e direção, a qual conduziria os indivíduos a agirem e distinguirem o certo e o errado. Para ele, os homens são seres ativos, indivíduos predispostos a agir e exercitar-se. Essas considerações sobre a natureza humana são baseados nas leis físicas da mente: leis do entendimento e da vontade; a segunda fundamenta a moralidade. Dessa forma, na filosofia fergusoniana agimos em vista de um fim, esse é a lei da moralidade, a probidade, ou o amor à humanidade. Nosso artigo se divide, etnão, em duas partes: i) apresentaremos os aspectos naturais da natureza humana que o coloca como ser ativo, destinado a agir mediante a lei moral; ii) explicaremos a filosofia moral fergusoniana e, evidenciaremos que a única possibilidade de um homem se tornar virtuoso, mediante o esforço, encontra-se em sua característica de ser inteligente. Portanto, o objetivo deste trabalho está em apresentar como cada indivíduo, na filosofia fergusoniana, torna-se virtuoso. |
|---|