Adubação com digestato bovino e ureia e seu efeito na volatilização de N-NH3 do solo.

O cultivo do milho possui exigência de uma quantidade maior de nitrogênio para obter boa produtividade. Esse macronutriente é suprido por meio da adubação nitrogenada com a ureia, porém, a sua aplicação proporciona elevadas perdas de N, principalmente, por volatilização de amônia (N-NH3). Com isso,...

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Detalles Bibliográficos
Autores: MATOS, C. F., FONSECA, A. P., TAVARES, O. C. H., XISTULI, M. E. T., GOULART, R. de S., CAMBANHANE, N. D. R., CAMPOS, D. V. B. de, PINHEIRO, É. F. M.
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2025
País:Brasil
Institución:Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Repositorio:Repositório Institucional da EMBRAPA (Repository Open Access to Scientific Information from EMBRAPA - Alice)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.alice.cnptia.embrapa.br:doc/1177046
Acceso en línea:http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1177046
https://doi.org/10.55905/revconv.18n.6-271
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Digestato bovino
Volatilização de amônia
Mitigação
Adubação orgânica
Uréia
Descripción
Sumario:O cultivo do milho possui exigência de uma quantidade maior de nitrogênio para obter boa produtividade. Esse macronutriente é suprido por meio da adubação nitrogenada com a ureia, porém, a sua aplicação proporciona elevadas perdas de N, principalmente, por volatilização de amônia (N-NH3). Com isso, fortalece demanda por fontes alternativas de N que possam atender à demanda das culturas, levando em consideração a sustentabilidade do sistema dentro do contexto da economia circular. O objetivo do presente trabalho foi avaliar o efeito de diferentes doses de digestato bovino sobre as perdas de nitrogênio por volatilização de amônia (N-NH3). O experimento foi realizado em casa de vegetação, com o cultivo de milho em vasos, avaliando a resposta à aplicação de quatro doses de nitrogênio (20, 40, 80 e 120 kg de N ha-1) de digestato bovino e ureia. Foram mensuradas as perdas diárias, acumuladas e totais por volatilização de N-NH3. As maiores perdas de N-NH3 foram observadas para as doses de 80 e 120 kg de N ha-1 para o digestato e ureia, respectivamente, com picos aos 18 dias após a aplicação do digestato e no primeiro dia de aplicação de ureia. As perdas acumuladas, resultantes da aplicação de ureia, foram 70% superiores em comparação às do digestato bovino para todas as doses. A adubação com digestato bovino contribuiu para a mitigação das perdas de N amoniacal quando comparado à ureia.